terça-feira, 28 de julho de 2015

Pense numa mulher doida...

Artista vira celebridade online após ficar pendurada nua em performance malsucedida

Norueguesa Hilde Krohn Huse queria filmar apenas pouco mais de 

um minuto em bosque britânico mas não conseguiu desfazer nó 

e ficou presa por meia hora.


Depois de ficar pendurada pela perna de cabeça para baixo durante um pouco mais de um minuto, para conseguir a imagem que faria parte do projeto, Hilde tentou se soltar da corda, mas o nó no tornozelo estava muito apertado. Ela ficou vários minutos tentando se soltar - tudo isso sendo registrado pela câmera de vídeo.
Hilde chega a subir no galho, mas cai e fica pendurada de cabeça para baixo. A artista reconhece que não se preparou corretamente. Depois de cerca dez minutos, Hilde começa a gritar e pedir ajuda aos amigos. Mas, enquanto ninguém ouvia seus pedidos, ela continuou pendurada, nua, no galho da árvore durante meia hora. A bateria da câmera acabou antes disso. Uma amiga veio soltá-la do galho. Apesar de o projeto não ter saído como ela inicialmente tinha pensado, Hilde resolveu postar o vídeo de 11 minutos em seu site e 500 mil pessoas já assistiram a luta da artista para se livrar das cordas.


Brasil finaliza acordo com a Ucrânia para Alcântara

O Brasil formalizou, nesta segunda-feira (27/07/2015), o fim do acordo com a Ucrânia para o lançamento de foguetes e satélites. O acordo de cooperação Brasil-Ucrânia previa o lançamento comercial de satélites de uma base que seria construída em Alcântara, no norte do Maranhão.
Os foguetes construídos na Ucrânia viriam de navio, mas o cais nunca saiu do papel. Uma empresa binacional chegou a ser criada em 2006, a Alcântara Cyclone Space. O primeiro lançamento levaria pro espaço um satélite de coleta de dados ambientais.
Brasil e Ucrânia investiram R$ 1 bilhão no Cyclone 4. O foguete deveria ter sido lançado em novembro de 2013. O fim do acordo, adia, mais uma vez, o sonho brasileiro de pôr em órbita um satélite, de uma base no Maranhão. A parceria com os ucranianos daria novo impulso ao programa espacial brasileiro, após a explosão do VLS, em 2003, quando 21 técnicos morreram no centro de lançamento de Alcântara.
O fim do acordo foi publicado nesta segunda-feira (27) no Diário Oficial da União, pelo motivo de desequilíbrio na equação tecnológico-comercial. Mas a parceria já vinha dando sinais de que não seria concluída. As obras de infraestrutura foram abandonadas. O material que deveria ter sido usado na construção virou uma montanha de entulhos.
O governo da Ucrânia declarou que lamentou a decisão e que considera que, no Brasil, houve falta de vontade política e impossibilidade de cumprir as obrigações financeiras. O fracasso do programa deixa um prejuízo de R$ 1 bilhão para os dois governos.
Fonte: G1


Cadastro ambiental no semiárido

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e a presidente da Caixa, ministra Miriam Belchior, lançaram nesta segunda-feira (27/07/2015) um edital para selecionar instituições privadas que queiram apoiar a inscrição de pequenas propriedades rurais de nove estados do semiárido brasileiro no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O CAR está previsto no Código Florestal Brasileiro e reúne informações das propriedades para servir como base de dados para monitorar e controlar o desmatamento no país. O prazo para todos os proprietários de imóveis rurais e terras acaba em maio de 2016.
De acordo com o edital, as instituições privadas sem fins lucrativos, como sindicatos e organizações não-governamentais (ONGs), devem apresentar projetos para auxiliar as famílias que têm pequenas propriedades a realizarem o cadastro no CAR. As instituições devem ter experiência comprovada na realização de projetos junto a agricultores familiares e/ou povos e comunidades tradicionais. Para o edital, o Fundo Socioambiental da Caixa disponibilizará R$ 10 milhões. Os estados que poderão ser contemplados com os projetos são Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe, Rio Grande do Norte e Minas Gerais.
Para a presidente da Caixa, o lançamento do edital é importante já que, segundo ela, os movimentos sociais e sindicais estão “engajados” para cumprir o prazo para cadastrar todos os imóveis no CAR. Muitas famílias que têm posse de pequenas propriedades rurais não têm experiência para efetuar o cadastro. Por isso o edital é um “primeiro passo” para a consolidação do novo Código Florestal.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)