quinta-feira, 16 de julho de 2015

Trânsito barulhento aumenta risco de AVC

A exposição a um tráfego particularmente barulhento aumenta ligeiramente o risco de morrer por doença cardiovascular, assim como o risco de ser hospitalizado por um acidente vascular cerebral (AVC), de acordo com um estudo publicado na revista “European Heart Journal”.
Segundo os pesquisadores, as pessoas que vivem numa zona onde os barulhos gerados pelo tráfego passam dos 60 decibéis durante o dia têm um risco aumentado de morte na ordem de 4% com relação àquelas que vivem em áreas mais calmas. O barulho agravaria a hipertensão, os problemas do sono ou o stress que são fatores de risco conhecidos das doenças cardiovasculares.
Os adultos que moram perto de vias particularmente barulhentas durante o dia também tiveram um risco aumentado de 5% de serem hospitalizados por um AVC, porcentagem que chega aos 9% entre os idosos. Nas áreas barulhentas durante a madrugada, contudo, apenas as pessoas mais velhas apresentaram um risco aumentado de AVC, na casa dos 5%.
Os cientistas reconhecem, contudo, que além do barulho, vários outros fatores como a obesidade, o sedentarismo, a hipertensão e a diabetes desempenham um papel importante para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
O estudo não prova que o barulho está na origem das doenças cardiovasculares, mas é coerente com outras pesquisas que mostram seu impacto no aumento da hipertensão e pode, assim, contribuir para seu desenvolvimento. Claro que o risco associado ao barulho é “bem menor” do que o relacionado ao tabagismo, à obesidade ou ao sedentarismo.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Aquecimento global está matando abelhas

As abelhas não estão se adaptando bem às mudanças climáticas. Em vez de migrarem para o norte para buscarem temperaturas mais clementes, estes insetos cruciais para a polinização estão morrendo, de acordo com um estudo divulgado neste mês de julho.
A pesquisa publicada na revista “Science” é o primeiro estudo que explica a responsabilidade da mudança climática para o declínio das populações de abelhas e mamangabas a nível mundial. Até agora, os principais suspeitos desta diminuição eram a utilização de pesticidas, doenças e parasitas.
 Para a investigação, os pesquisadores analisaram quase meio milhão de registros – anotados por museus e cientistas voluntários – de 67 espécies de abelhas e mamangabas na América do Norte e Europa desde o início dos anos 1900.
O território abrangido pelas abelhas no sul da Europa e da América do Norte caiu cerca de 300 quilômetros. O escopo e o ritmo destas perdas são sem precedentes. Esses insetos geralmente não conseguem migrar para o norte. Ao contrário das borboletas, que se mudam mas não desaparecerem, acrescentou o estudo. O resultado é o declínio rápido e generalizado dos polinizadores em todos os continentes, que não é devido ao uso de pesticidas ou à perda de habitat.
As abelhas são muito importantes para a agricultura e para a vida silvestre porque polinizam plantas, flores e frutos. Caso as emissões de efeito estufa não sejam reduzidas, a redução da polinização poderia fazer que algumas plantas, frutos ou legumes se tornem mais escassos e mais caros, alertou o estudo.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Momento lírico 381

BOM DIA MEUS AMIGOS E AMIGAS! 
Aqui vai minha mensagem de otimismo em rimas, 
para hoje, amanhã e sempre! 
(clicar na figura para ampliar!)