quinta-feira, 2 de julho de 2015

Momento lírico 376



Ônibus movidos a hidrogênio

Desde o dia 22/062015 circulam em São Paulo os primeiros ônibus de transporte urbano movidos a hidrogênio. Os veículos têm tecnologia de propulsão que não emite poluentes. O escapamento dos ônibus eliminam apenas vapor d’água. Os coletivos também oferecem mais espaço aos passageiros, aperfeiçoamento dos sistemas de controle, integração a bordo e nacionalização de todo o sistema de tração.
De acordo com informações do Ministério de Meio Ambiente, esses ônibus apresentam 45% de energia renovável, 31% a mais que o resto do mundo, o que coloca o Brasil em posição de destaque mundial. Além do Brasil, os únicos países capazes de desenvolver e operar esse tipo de coletivos são Alemanha, Canadá e Estados Unidos.
Segundo a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), os ônibus circularão no trecho Diadema/Morumbi, do Corredor São Mateus-Jabaquara (ABD). As carroçarias dos veículos têm desenhos de pássaros representativos da fauna brasileira e foram batizados com o nome de três espécies: Ararajuba (ave da Amazônia e que representará as regiões Norte e Nordeste) Tuiuiú (ave símbolo do Pantanal) e Sabiá Laranjeira, considerada por decreto presidencial um dos quatro símbolos nacionais.
Em nota, a EMTU explicou que o projeto é totalmente brasileiro, desenvolvido sob contrato de pesquisa financiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, com recursos do Global Environment Facility – GEF e da Agência Brasileira de Inovação – FINEP, por meio do Ministério de Minas e Energia.
No documento, a empresa informou que cabe à EMTU monitorar os testes realizados pelos veículos e apresentar especificações técnicas dos equipamentos. Acrescentou que os resultados dos testes com o protótipo serviram para aperfeiçoar o projeto dos três novos veículos fabricados no Brasil. Os testes começaram em 2010, com o lançamento de um veículo protótipo que ainda circula no Corredor São Mateus-Jabaquara (ABD), na região metropolitana de São Paulo.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Nova era de extinção em massa

A Terra entrou em um novo período de extinção em massa, de acordo com um estudo feito por três universidades norte-americanas, Stanford, Princeton e Berkeley e publicado na revista científica Science Advances.
A pesquisa diz que os vertebrados estão desaparecendo a uma taxa 114 vezes mais rápida que o normal. A descoberta confirma os resultados de um estudo publicado pela Universidade de Duke em 2014. Seria o início agora do sexto grande período de extinção em massa.
O último desses períodos ocorreu há 65 milhões de anos, quando os dinossauros foram extintos, provavelmente devido a um grande meteoro que atingiu a Terra. E agora os humanos podem estar entre as primeiras vítimas. Se for permitido que isso continue, a vida vai levar milhões de anos para se recuperar e nossa própria espécie provavelmente desapareceria logo no início.
Os pesquisadores descobriram que a taxa de extinção atual era mais que 100 vezes mais alta que em períodos em que a Terra não estava passando por um evento de extinção em massa. Desde 1900, segundo o relatório, mais de 400 vertebrados desapareceram. Uma perda desta magnitude normalmente seria vista em um período de até 10 mil anos.
O estudo cita, como causas da extinção, mudança climática, poluição e desmatamento. Como consequência da destruição de ecossistemas, processos benéficos como a polinização feita pela abelhas podem desaparecer em até três gerações humanas. Os autores do novo estudo afirmam que ainda é possível evitar uma queda dramática da biodiversidade por meio de conservação intensiva, mas que é necessário agir rapidamente.
A União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) diz que pelo menos 50 animais ficam mais perto da extinção a cada ano. Cerca de 41% de todos os anfíbios e 25% dos mamíferos estão ameaçados de extinção, afirmam. O primata lêmure, por exemplo, enfrenta uma verdadeira guerra para evitar a extinção em ambientes selvagens nos próximos anos. 94% dos lêmures estão sob ameaça, com mais de um quinto de todas as espécies de lêmures classificadas como sob perigo crítico. Além de ver seu habitat natural em Madagascar sendo destruído por retirada ilegal de madeira, eles também são frequentemente caçados por sua carne
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


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Fonte (da figura): RS MINHA QUERÊNCIA (https://www.facebook.com/groups/912983395425516/ )