sábado, 27 de junho de 2015

Vacina antiaids em 10 anos

O filantropo bilionário Bill Gates, que investe milhões de dólares na pesquisa de um medicamento contra a aids, expressou em Paris neste 26/06 a esperança de que uma vacina irá surgir na próxima década. Esta declaração foi feita nos bastidores do show de abertura do Solidays, um festival de música organizado pela associação Solidarité Sida, que ele apoia.
Sua fundação, a Bill e Melinda Gates, gasta a cada ano cerca de 400 milhões de dólares em busca de um medicamento contra a aids e o desenvolvimento de “uma vacina é o grande financiamento da fundação. Atualmente, coquetéis antirretrovirais, inventados nos anos 1990, são a única maneira de combater o vírus da aids. Ele espera que nos próximos 15 anos as vacinas erradicarão a poliomielite e porão fim à expansão do HIV e malária.
Por agora, encontrar uma cura para a aids ainda não parece realista e a busca por uma vacina tem sido um dos episódios mais frustrantes da história da aids. Cerca de 35 milhões de pessoas vivem atualmente infectadas com o vírus que destrói o sistema imunológico, principalmente nos países pobres.
O desenvolvimento de uma vacina está demorando mais que o esperado e tem sido marcado por muitas decepções, afirmou o fundador da Microsoft. Em fevereiro, uma equipe dos Estados Unidos anunciou o desenvolvimento de uma substância anti-aids, que pode ser comparada a uma vacina terapêutica, chamada eCD4-Ig, que se provou eficaz por vários meses contra o HIV em macacos.
Fonte: UOL


Por que papagaios “falam”

Neurologistas da Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA) localizaram os neurônios que explicam como essas aves se tornaram ótimos cantores e imitadores. A descoberta deve ajudar a entender de forma mais detalhada a origem do pássaro e lançar luz sobre como essas áreas do cérebro surgiram durante a evolução da espécie. O estudo foi divulgado nesta semana na revista “Science”.
Um grupo de neurônios interconectados no cérebro dos pássaros permite que eles emitam sons semelhantes a músicas quando eles piam. Ele se localiza em um núcleo cerebral cujos limites ainda não são totalmente conhecidos pelos cientistas. Possíveis diferenças desse núcleo indicam a capacidade de emitir sons mais complexos entre uma espécie e outra. Estaria aí a chave para o papagaio ser mais falastrão.
A equipe está planejando mais estudos para testar se essa região do cérebro é de fato o que permite que os papagaios consigam imitar tão bem vários sons, já que até agora eles mostraram a correlação, mas não a causa.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)