domingo, 24 de maio de 2015

Segurança em robôs de telecirurgia

Pesquisadores encontraram falhas de segurança em robôs usados em procedimentos cirúrgicos remotos e revelaram que é possível realizar ataques para interferir com os comandos enviados pelos médicos, colocando a vida do paciente em risco. É possível atrasar, alongar, encurtar e anular instruções passadas pelo cirurgião à máquina. Em um dos testes, os pesquisadores obtiveram o controle total do equipamento.
Os especialistas analisaram a segurança do robô Raven II, mas destacaram que os ataques demonstrados são uma preocupação para qualquer outro equipamento de telemedicina, especialmente quando este for utilizado em conjunto com uma rede pública como a internet e recomendaram que novos robôs adotem comunicação criptografada e recursos para verificar a integridade dos comandos recebidos. Com isso, o robô pode ser capaz de reconhecer qualquer interferência.
A primeira cirurgia feita remotamente com o auxílio de um robô ocorreu em 2001. O cirurgião Jacques Marescaux operou, a partir de Nova York, um paciente de 68 anos que estava na França. O procedimento fez uso de uma rede de fibra ótica de alta confiabilidade. Essas operações ainda são consideradas experimentais. A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa dos Estados Unidos (Darpa) está investindo na tecnologia e pretende adotar equipamentos chamados de “Trauma Pods” para tratar soldados feridos em combate sem colocar a vida dos médicos em risco.
Fonte: AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Exercícios eleva expectativa de vida de idosos

Pesquisadores da Universidade de Oslo concluíram que se exercitar pode aumentar em até cinco anos a expectativa de vida de um idoso após pesquisadores acompanharam 5.700 noruegueses, com idades entre 68 e 77 anos, durante 12 anos. E uma das conclusões do estudo foi a de que os idosos que praticavam ao menos três horas de atividades físicas por semana viveram cerca de cinco anos a mais do que os sedentários. Assim, a prática de meia hora de exercícios seis dias por semana está ligada a uma redução de 40% no risco de morte em idosos. O estudo mostrou que qualquer tipo de exercício – seja leve ou intenso – tem impacto na expectativa de vida.
O estudo TAMBÉM MOSTROU QUE FAZER MENOS DE UMA HORA DE EXERCÍCIO LEVE POR SEMANA NÃO TEM NENHUM IMPACTO. A recomendação do governo britânico é a de que pessoas com mais de 65 anos façam pelo menos 140 minutos de exercícios moderados por semana.
A ONG britânica British Heart Foundation está fazendo um alerta a respeito de como o número de pessoas ativas está muito aquém do esperado. Quase metade das pessoas no Reino Unidos não fazem nenhum tipo de exercício – um cenário muito pior que muitos outros países europeus. Ainda segundo o levantamento da BHF, 69% dos adultos não fazem exercícios em Portugal, 55% na Polônia, 46% na França, 44% no Reino Unido, 34% na Croácia, 26% na Alemanha, e 14% na Holanda.
No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 48,7% das pessoas com mais de 18 anos não são suficientemente ativos. A meta do ministério é reduzir esse percentual para 10% até 2025. Segundo a OMS, 3,2 milhões de mortes são atribuídas todos os anos à atividade física insuficiente. O sedentarismo é o quarto maior fator de risco de mortalidade global e está ligado a doenças crônicas como câncer, hipertensão, diabetes e obesidade. Mais especificamente, o sedentarismo é responsável por pelo menos 21% dos casos de tumores malignos na mama e no cólon, assim como 27% dos registros de diabetes e 30% das doenças cardíacas.
    A mensagem é: qualquer 10 minutos de exercício conta. Então, simplifique e mude sua rotina para ter uma vida mais ativa.”
Fonte: AMBIENTE BRASIL (via newsletter)