segunda-feira, 2 de março de 2015

Material alternativo à celulose

Pesquisadores da Universidade Autônoma de Madri (UAM) e da Universidade de Sevilla, Espanha, ligados ao Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC), descobriu um material alternativo à celulose produzido por bactérias do solo e que pode ter importantes aplicações na química, saúde e alimentação. O estudo foi publicado na revista da Academia Americana de Ciências, a “PNAS”, onde foi descrita a nova estrutura deste biopolímero e os mecanismos químicos que regulam sua produção.
O estudo detalha a produção deste novo tipo de polissacarídeo em bactérias, que comparte propriedades com outros de interesse industrial, como a celulose e a goma curdlan. No entanto, segundo explicaram os pesquisadores em um comunicado, o material recentemente descoberto é produzido de maneira natural por bactérias do solo benéficas para as plantas. Além disso, a pesquisa traz dados sobre o papel que pode ser desempenhado por este material nas relações que se estabelecem entre as bactérias produtoras e as plantas.
Os pesquisadores acrescentaram que o novo polissacarídeo apresenta uma estrutura mista entre a celulose e a goma curdlan, e que apresenta propriedades de ambos, mas também tem algumas características próprias que permitiram que o material tenha novos usos e aplicações biotecnológicas. Também afirmaram que já existem produtos feitos com celulose bacteriana que são usados como pele artificial no tratamento de feridas e queimaduras, e que estão sendo investigadas a possibilidade de se criar, entre outros, vasos sanguíneos artificiais.
À esquerda, aparência do β-glucano; à direita, raiz colonizada por uma 
bactéria hiperprodutora de β-glucano (Foto: Divulgação/CSIC)
(Fonte: G1)

Nova vida selvagem em Chernobyl

 Noava vida selvagem em Chernobil
Clique na figura!
Palco do maior desastre nuclear na história, Chernobyl, na Ucrânia, se tornou um inesperado refúgio para a vida selvagem.
Recentemente, o cientista Sergei Gashchak captou imagens da zona de exclusão situada entre a Ucrânia e a Belarus, que foi fechada para habitantes após o desastre.
Gashchak clicou animais que ressurgiram na região, como linces, lobos, alces e águias.
Mais de 300 mil moradores foram evacuados pouco após a explosão de um reator em Chernobyl, em 1986.
À época do desastre, poucos animais viviam no local. Mas após a saída de humanos da zona da catástrofe, mamíferos de grande porte voltaram e lá se estabeleceram.
(Fonte: G1)
Clique no link: https://www.youtube.com/watch?v=UGva27G8Rdc

Chuvas irregulares no semiárido piauiense

Em Paulistana, no semiárido piauiense, até agora, as chuvas foram isoladas não animaram os agricultores. O horizonte também não parece sinalizar boas notícias para o sertanejo. Eles vivem uma incerteza, mas não perdem a esperança.
Desde o início do ano os agricultores de Betânia, no interior do Piauí sofrem com chuvas irregulares e as incertezas no plantio. As perdas na última safra passaram de 90%, até a única estrada de asfalto que dá acesso a cidade continua parcialmente interditada, prejudicando a agricultura local.
Quem plantou em dezembro esperava que houvesse chuva para segurar a lavoura, mas isso não aconteceu. Naquele mês, choveu na região apenas 60 milímetros, e mesmo assim a água mal deu para encher pequenos reservatórios. Para encher açudes e garantir produtividade seriam necessários pelo menos 200 milímetros por mês.
Se no campo a situação preocupa na cidade não é diferente. A prefeitura restringiu o uso dá água do maior açude dá região e que abastece cerca de vinte mil habitantes. Desde 2012 o sertão do Piauí vem enfrentando estiagens cada vez mais severas.

(Fonte: G1)

O futuro depende da Antártida?

As chaves para responder às perguntas mais básicas da humanidade estão encerradas na Antártida, de quase duas vezes o tamanho do Brasil: de onde viemos? Estamos sós no Universo? Qual é o destino de nosso planeta em aquecimento?
Os primeiros exploradores chegaram a este continente congelado há 194 anos, buscando riquezas do século 19 como peles e óleo de baleia e foca, tingindo com sangue as ondas do oceano. Desde então, o primeiro continente formado demonstrou ser uma arca de tesouros para os cientistas que tentam determinar tudo, desde a criação do cosmo até o quanto as águas se elevarão com o aquecimento global.
A Antártida reúne imagens de montanhas silenciosas e brancas planícies, mas o mais frio, seco e remoto dos continentes não está adormecido. Cerca de 98% de sua superfície estão cobertos de gelo, o qual está em constante movimento. Sendo um vulcão ativo, a ilha Decepção é um cadinho de condições extremas. Há lugares onde o mar ferve a 100 graus centígrados, enquanto em outros pode estar abaixo de 0 grau.
Os cientistas procuram respostas pra o que poderá afetar a vida de pessoas a milhares de quilômetros de distância. Se os especialistas estiverem certos e a plataforma de gelo da Antártida ocidental já começou a derreter de maneira irreversível, o que ocorrerá aqui determinará, por exemplo, se cidades como Miami, Nova York, Nova Orleans, Guangzhou, Mumbai, Londres e Osaka terão de combater de forma regular as inundações causadas pelo aumento do nível dos mares.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)