quarta-feira, 29 de julho de 2015

Momento lírico 383


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terça-feira, 28 de julho de 2015

Pense numa mulher doida...

Artista vira celebridade online após ficar pendurada nua em performance malsucedida

Norueguesa Hilde Krohn Huse queria filmar apenas pouco mais de 

um minuto em bosque britânico mas não conseguiu desfazer nó 

e ficou presa por meia hora.


Depois de ficar pendurada pela perna de cabeça para baixo durante um pouco mais de um minuto, para conseguir a imagem que faria parte do projeto, Hilde tentou se soltar da corda, mas o nó no tornozelo estava muito apertado. Ela ficou vários minutos tentando se soltar - tudo isso sendo registrado pela câmera de vídeo.
Hilde chega a subir no galho, mas cai e fica pendurada de cabeça para baixo. A artista reconhece que não se preparou corretamente. Depois de cerca dez minutos, Hilde começa a gritar e pedir ajuda aos amigos. Mas, enquanto ninguém ouvia seus pedidos, ela continuou pendurada, nua, no galho da árvore durante meia hora. A bateria da câmera acabou antes disso. Uma amiga veio soltá-la do galho. Apesar de o projeto não ter saído como ela inicialmente tinha pensado, Hilde resolveu postar o vídeo de 11 minutos em seu site e 500 mil pessoas já assistiram a luta da artista para se livrar das cordas.


Brasil finaliza acordo com a Ucrânia para Alcântara

O Brasil formalizou, nesta segunda-feira (27/07/2015), o fim do acordo com a Ucrânia para o lançamento de foguetes e satélites. O acordo de cooperação Brasil-Ucrânia previa o lançamento comercial de satélites de uma base que seria construída em Alcântara, no norte do Maranhão.
Os foguetes construídos na Ucrânia viriam de navio, mas o cais nunca saiu do papel. Uma empresa binacional chegou a ser criada em 2006, a Alcântara Cyclone Space. O primeiro lançamento levaria pro espaço um satélite de coleta de dados ambientais.
Brasil e Ucrânia investiram R$ 1 bilhão no Cyclone 4. O foguete deveria ter sido lançado em novembro de 2013. O fim do acordo, adia, mais uma vez, o sonho brasileiro de pôr em órbita um satélite, de uma base no Maranhão. A parceria com os ucranianos daria novo impulso ao programa espacial brasileiro, após a explosão do VLS, em 2003, quando 21 técnicos morreram no centro de lançamento de Alcântara.
O fim do acordo foi publicado nesta segunda-feira (27) no Diário Oficial da União, pelo motivo de desequilíbrio na equação tecnológico-comercial. Mas a parceria já vinha dando sinais de que não seria concluída. As obras de infraestrutura foram abandonadas. O material que deveria ter sido usado na construção virou uma montanha de entulhos.
O governo da Ucrânia declarou que lamentou a decisão e que considera que, no Brasil, houve falta de vontade política e impossibilidade de cumprir as obrigações financeiras. O fracasso do programa deixa um prejuízo de R$ 1 bilhão para os dois governos.
Fonte: G1


Cadastro ambiental no semiárido

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e a presidente da Caixa, ministra Miriam Belchior, lançaram nesta segunda-feira (27/07/2015) um edital para selecionar instituições privadas que queiram apoiar a inscrição de pequenas propriedades rurais de nove estados do semiárido brasileiro no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O CAR está previsto no Código Florestal Brasileiro e reúne informações das propriedades para servir como base de dados para monitorar e controlar o desmatamento no país. O prazo para todos os proprietários de imóveis rurais e terras acaba em maio de 2016.
De acordo com o edital, as instituições privadas sem fins lucrativos, como sindicatos e organizações não-governamentais (ONGs), devem apresentar projetos para auxiliar as famílias que têm pequenas propriedades a realizarem o cadastro no CAR. As instituições devem ter experiência comprovada na realização de projetos junto a agricultores familiares e/ou povos e comunidades tradicionais. Para o edital, o Fundo Socioambiental da Caixa disponibilizará R$ 10 milhões. Os estados que poderão ser contemplados com os projetos são Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe, Rio Grande do Norte e Minas Gerais.
Para a presidente da Caixa, o lançamento do edital é importante já que, segundo ela, os movimentos sociais e sindicais estão “engajados” para cumprir o prazo para cadastrar todos os imóveis no CAR. Muitas famílias que têm posse de pequenas propriedades rurais não têm experiência para efetuar o cadastro. Por isso o edital é um “primeiro passo” para a consolidação do novo Código Florestal.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Dica de Engenharia Civil

DRENAGEM PLUVIAL DE TELHADOS E LAJES
Atenção! Se você estiver drenando áreas de coberta em Campina Grande, tome por base estes números:
a) TUBOS DE QUEDA*
Diâmetro
Área máxima de telhado ou de laje horizontal (m²)
DN75
41
DN100
99
DN150
301
DN200
660
*Em edifícios altos as paredes verticais serão consideradas para efeito de cálculo = A/2, ou seja, pela metade!
b) TUBOS “HORIZONTAIS”

Área máxima de telhado ou de laje horizontal (m²)
Diâmetro
Declive 0,5 %
Declive 1,0%
Declive 2,0%
DN75
39
58
82
DN100
89
125
177
DN150
262
368
517
DN200
565
791
1117
Observar que TUBOS DE QUEDA equivalem a TUBOS “HORIZONTAIS” com o mesmo diâmetro para declividades de 0,5%! Tubulações horizontais com declividades superiores transportam mais água!
Para calcular a vazão (litros/minuto) usar a expressão Q = 2,3.A

Prof. Carlos Fernandes

Não coma (beba) mais isso!

É preciso tomar bastante cuidado com os alimentos que consumimos, algumas comidas que aparentemente são saudáveis podem ser tão maléficas ao ponto de causarem câncer. Mas essa não deve ser a única preocupação, outros malefícios bastante ruins também podem ser causados pela ingestão de determinados alimentos. Por causa disso é bom se ligar na dica de alguns especialistas em alimentação e dizer adeus a algumas comidas que comemos frequentemente. Pensando nisso, preparamos um ranking com os piores alimentos para a saúde. Descubra os riscos que eles escondem e porque é bom evitá-los:
1. Refrigerante diet
Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Miami e Columbia apontou que consumir refrigerante diet diariamente faz com que as pessoas tenham maiores chances de ter um infarto ou um acidente vascular cerebral.
2. Refrigerante
Não é apenas o refrigerante diet que oferece riscos, o comum também. Isso porque a bebida é rica em açúcar. Para que você tenha uma ideia, beber uma lata por dia de refrigerante significa que você terá consumido cerca de um quilo de açúcar no fim do mês, só da bebida. Uma pesquisa divulgada no American Journal of Clinical Nutrition concluiu que refrigerantes estão associados ao maior risco de acidente vascular cerebral e também problemas respiratórios.
3. Churros recheados
Além de ser preparado por fritura, esse alimento é rico em açúcar. Cada unidade do alimento possui 18,4% das gorduras totais e 18,8% das gorduras saturadas que você pode consumir em um único dia.
4. Cachorro-quente
Uma salsicha de 50 gramas possui cerca de 24% do valor de gorduras totais, 20% de gorduras saturadas e 20,3% de sódio que você pode consumir por dia. A salsicha é uma carne processada e para a conservação são utilizados nitritos e nitratos, no estômago essas substâncias são transformadas em nitrosaminas. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer as nitrosaminas têm forte ação cancerígena levando a altos índices de câncer no estômago entre pessoas que consomem nitritos e nitratos com frequência.
5. Bacon
Um levantamento feito pela Escola de Saúde Pública de Harvard descobriu que 50 gramas diários de carnes processadas como o bacon aumentam em 42% o risco de problemas cardíacos e em 19% o de diabetes tipo 2.
Fonte: FATOS (http://www.fatosdesconhecidos.com.br/5-alimentos-que-voce-precisa-parar-de-comer-hoje-ainda/)



terça-feira, 21 de julho de 2015

Gripe aviária faz granjas dos EUA protegerem-se no Brasil

Menos de 24 horas depois de um foco de gripe aviária ter sido confirmado em uma fazenda de perus ao norte de Des Moines, no Estado norte-americano de Iowa, Bud Wood acomodou cerca de 3.500 pintos raros de apenas algumas horas de idade, em caixas e colocou-os na parte de trás de um caminhão, pegou a estrada na madrugada do sábado e dirigiu até a fazenda de um amigo no Estado do Texas para deixá-las em um lugar seguro.
Criar pintinhos de linhagens raras que são valiosa fonte genética para galinhas poedeiras se tornou um desafio num momento em que um surto de gripe aviária em aves domésticas se transformou na pior emergência sanitária na história dos EUA e alguns foram enviados para lugares tão distantes como o Brasil.
A gripe aviária matou mais de 48 milhões de frangos e perus desde dezembro. A maioria das perdas afetaram galinhas poedeiras em Iowa, o principal produtor de ovos nos Estados Unidos. Em consequência, os preços de ovos dos EUA subiram. A Hy-Line International, maior empresa de genética do mundo especializada em galinhas poedeiras, mudou parte de suas aves para outros Estados nos últimos meses. A Hy-Line se recusou a revelar para onde enviou suas aves reprodutoras, citando questões de “segurança”, mas sabe-se que a empresa também mandou algumas de suas aves de reprodução para o Brasil, para garantir que possam ser exportadas para compradores no exterior que estão restringindo as compras dos Estados Unidos por causa do surto.
A Murray McMurray e Hy-Line garantem que nenhuma de suas aves foi infectada com o vírus.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Torre que coleta água do ar

Pelo menos um terço da população mundial – cerca de 2,4 bilhões de pessoas – ainda não consome água tratada, segundo relatório da Unicef e da World Health Organization (WHO) divulgado em junho passado. Um projeto criado na Itália pode ajudar a ampliar o acesso a água potável em locais afetados pela falta de chuvas.
O arquiteto e designer italiano Arturo Vittori criou uma espécie de torre de cerca de 10 metros de altura que coleta água adequada para beber a partir do ar. Batizado de WarkaWater, o projeto foi concebido para comunidades rurais em áreas da Etiópia, na África, que sofrem com a falta de água limpa.
Segundo o site oficial do projeto, do Architecture and Vision, a torre pesa em torno de 90 quilos e possui cinco módulos que podem ser construídos pelos próprios moradores das comunidades beneficiadas.
A torre pode ser montada em qualquer local sem a necessidade de usar equipamentos elétricos ou andaimes. A estrutura, explica o escritório de Vittori, é feita de materiais recicláveis e biodegradáveis e tem capacidade para coletar cerca de 100 litros de água potável por dia por meio de um tecido especial que fica no interior da torre. Cada unidade custa US$ 500.
De acordo com o escritório de Vittori, Architecture and Vision, o formato de cone melhora a estabilidade e otimiza o transporte e armazenamento da torre. A estrutura em formato de “coroa” sobre a torre foi projetada para espantar pássaros e manter a água protegida destes animais.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Roteador mais rápido do mundo

Com preço nada atraente, a D-Link apresentou no Brasil o roteador "mais veloz do mundo". O modelo é o AC3200 -DIR 890L, que possui velocidade de até 3,2 Gbps, quase o dobro dos roteadores mais rápidos disponíveis até agora, e alcance superior a 200 m². O aparelho foi anunciado na CES deste ano e tem previsão de chegada no mercado nacional no final de julho por R$ 2.299.
O dispositivo da D-Link chega equipado com um design triangular e seis antenas ao redor do aparelho, que podem ser colocadas em diferentes orientações. Além disso, ele traz três bandas de frequência: uma de 2,4 GHz para tarefas simples e duas de 5 GHz para streaming de vídeos em alta resolução e jogos entre diferentes aparelhos.
AC 32000 conta com um processador dual-core próprio de 1 GHz. Além disso, ele traz portas USB 3.0 e 2.0, quatro saídas para cabo de rede e uma entrada para o cabo de Internet. O aparelho opera com o padrão 802.11ac Wave 1.
O roteador foi exposto no evento Taiwan Excellente 2015, que acontece de 20 a 26 de julho no shopping Barra Shopping, na Zona Oeste do RJ. Entre as marcas presentes, estão também a ASUS, Acer, Cooler Master, entre outras.
Fonte: Globo.com


sábado, 18 de julho de 2015

Momento lírico 382


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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Trânsito barulhento aumenta risco de AVC

A exposição a um tráfego particularmente barulhento aumenta ligeiramente o risco de morrer por doença cardiovascular, assim como o risco de ser hospitalizado por um acidente vascular cerebral (AVC), de acordo com um estudo publicado na revista “European Heart Journal”.
Segundo os pesquisadores, as pessoas que vivem numa zona onde os barulhos gerados pelo tráfego passam dos 60 decibéis durante o dia têm um risco aumentado de morte na ordem de 4% com relação àquelas que vivem em áreas mais calmas. O barulho agravaria a hipertensão, os problemas do sono ou o stress que são fatores de risco conhecidos das doenças cardiovasculares.
Os adultos que moram perto de vias particularmente barulhentas durante o dia também tiveram um risco aumentado de 5% de serem hospitalizados por um AVC, porcentagem que chega aos 9% entre os idosos. Nas áreas barulhentas durante a madrugada, contudo, apenas as pessoas mais velhas apresentaram um risco aumentado de AVC, na casa dos 5%.
Os cientistas reconhecem, contudo, que além do barulho, vários outros fatores como a obesidade, o sedentarismo, a hipertensão e a diabetes desempenham um papel importante para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
O estudo não prova que o barulho está na origem das doenças cardiovasculares, mas é coerente com outras pesquisas que mostram seu impacto no aumento da hipertensão e pode, assim, contribuir para seu desenvolvimento. Claro que o risco associado ao barulho é “bem menor” do que o relacionado ao tabagismo, à obesidade ou ao sedentarismo.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Aquecimento global está matando abelhas

As abelhas não estão se adaptando bem às mudanças climáticas. Em vez de migrarem para o norte para buscarem temperaturas mais clementes, estes insetos cruciais para a polinização estão morrendo, de acordo com um estudo divulgado neste mês de julho.
A pesquisa publicada na revista “Science” é o primeiro estudo que explica a responsabilidade da mudança climática para o declínio das populações de abelhas e mamangabas a nível mundial. Até agora, os principais suspeitos desta diminuição eram a utilização de pesticidas, doenças e parasitas.
 Para a investigação, os pesquisadores analisaram quase meio milhão de registros – anotados por museus e cientistas voluntários – de 67 espécies de abelhas e mamangabas na América do Norte e Europa desde o início dos anos 1900.
O território abrangido pelas abelhas no sul da Europa e da América do Norte caiu cerca de 300 quilômetros. O escopo e o ritmo destas perdas são sem precedentes. Esses insetos geralmente não conseguem migrar para o norte. Ao contrário das borboletas, que se mudam mas não desaparecerem, acrescentou o estudo. O resultado é o declínio rápido e generalizado dos polinizadores em todos os continentes, que não é devido ao uso de pesticidas ou à perda de habitat.
As abelhas são muito importantes para a agricultura e para a vida silvestre porque polinizam plantas, flores e frutos. Caso as emissões de efeito estufa não sejam reduzidas, a redução da polinização poderia fazer que algumas plantas, frutos ou legumes se tornem mais escassos e mais caros, alertou o estudo.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Momento lírico 381

BOM DIA MEUS AMIGOS E AMIGAS! 
Aqui vai minha mensagem de otimismo em rimas, 
para hoje, amanhã e sempre! 
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terça-feira, 14 de julho de 2015

Momento lírico 380


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domingo, 12 de julho de 2015

Saneamento básico no mundo

A Organização Mundial de Saúde e a Unicef alertaram que ainda há 2,4 bilhões de pessoas, um em cada três habitantes do planeta, vivendo sem acesso a um sistema de saneamento adequado. Deles, 946 milhões continuam a fazer suas necessidades fisiológicas ao ar livre, uma prática muito problemática, por representar um foco contínuo de doenças e de contaminação da água.
A ONU, que define um saneamento adequado como todo aquele sistema que separa de forma higiênica os excrementos humanos das pessoas, fixou como um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio reduzir pela metade o número de pessoas sem acesso a saneamento até 2015. Mas ainda hoje, quando 77% da população mundial deveria ter acesso a saneamento, o índice está 9% abaixo da meta, o que representa 700 milhões de pessoas.
Segundo a Unicef e a OMS, a falta de progresso neste setor ameaça minar os benefícios de sobrevivência infantil e para a saúde que esperavam conseguir graças à melhora do acesso a água potável, outro objetivo do Milênio que, neste caso, foi cumprido.
(Fonte: UOL)

Momento lírico 379


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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Momento lírico 378

Momentos em sextilhas...




Guerra ao isopor

Nova York juntou-se às cidades norte-americanas que declararam guerra contra as embalagens, pratos e copos de isopor, material que é tão atraente para os negócios quanto tóxico ao meio ambiente. A partir do dia 1/7/2015, está proibido vender, oferecer ou possuir qualquer produto feito de isopor na metrópole americana. Empresas e comerciantes têm seis meses para se adaptar. Depois desse prazo, serão multadas.
Comercializado nos Estado Unidos com o nome de Styrofoam, o isopor foi inventado pelo cientista da empresa Dow Chemical Otis Ray McIntire em 1941. Para fazê-lo, pequenas quantidades do polímero poliestireno são misturadas com produtos químicos para se expandiram 50 vezes do seu tamanho original. Após o resfriamento, essa massa é então colocada em moldes – seja de um copo ou de uma embalagem – e passa por um novo processo para expandi-la ainda mais, até que o molde seja totalmente preenchido e as contas se fundirem. O produto final é leve, barato – 95% de sua composição é ar. Suas propriedades isolantes e seu custo barato tornaram o isopor uma escolha atraente nos negócios.
Mesmo o isopor representando uma parcela pequena do lixo, ambientalistas afirmam que o problema ganha outras dimensões quando ele chega no mar. A propriedade absorvente do material. Faz com que ele aja como uma pequena esponja poluente, capturando todos os compostos que mais contaminam o oceano. E então um animal engole isso, pensando ser uma água-viva e isto é letal. E isso não é perigoso apenas para os animais marinhos para o oceano como um todo. Pode também ser prejudicial para os humanos quando consumem um peixe que ingeriu tudo isso.
Outro problema grave é a dificuldade em reciclar o material. Ninguém conseguiu até agora provar que seja possível reciclá-lo em larga escala, e tampouco há mercado para isso. Devido ao processo químico usado em sua confecção, é quase impossível transformar, por exemplo, um prato de isopor em uma embalagem feita do mesmo material. Há, no entanto, alguns métodos sendo testados, como reciclagem térmica. Mas sua viabilidade em termos de custo e logística de transporte ainda é um problema.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Mapa de mudanças climáticas no Brasil

O Brasil será o primeiro país da América Latina e Caribe a fazer o mapeamento doméstico de vulnerabilidade da zona costeira às mudanças climáticas. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou a iniciativa (7/7/2015), em Brasília, com instituições espanholas e das Nações Unidas, parceiras na realização do trabalho. A medida começará pelo litoral de Santa Catarina e terá o objetivo de identificar as fragilidades da região ao aquecimento global.
O foco é promover ações de adaptação às mudanças climáticas na costa brasileira. A iniciativa faz parte de um programa de cooperação do MMA com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe das Nações Unidas (CEPAL) e inclui um projeto com o Instituto de Hidráulica da Cantábria (IHC), cujo objetivo é criar bases de dados históricas, projeções e metodologias para analisar riscos no litoral catarinense. No âmbito nacional, a medida será realizada pela Universidade Federal de Santa Catarina.
A expectativa é que o mapeamento seja feito nos demais estados costeiros do país. O mapeamento que será realizado em território brasileiro terá relevância para o restante da comunidade internacional. As zonas costeiras são regiões bastante ameaçadas pelas mudanças do clima. Entre os riscos, há a elevação do nível do mar e o aumento da frequência de eventos extremos, além da erosão e inundação, a intrusão salina e o comprometimento dos recursos naturais e da biodiversidade. A estimativa dos valores materiais potencialmente em risco na zona costeira é de R$ 136 bilhões, de acordo com o estudo realizado pela COPPE/UFRJ.

Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter

Mudanças climáticas

Cientistas de todo o mundo se reuniram nesta terça-feira (0707/2015) na França e alertaram que tanto a temperatura da superfície terrestre e dos oceanos como o nível do mar, a concentração de gases do efeito estufa e as emissões de CO2 aumentaram a níveis históricos desde meados do século XIX.
Desde 1850, o nível de CO2 passou de 280 partículas em suspensão para quase 400 em 2012. Por outro lado, a média da temperatura global dos oceanos e da superfície terrestre acumulada aumentou de -0,6 graus centígrados em 1850 para 0,2 em 2012, enquanto o nível do mar passou de -0,15 metros em 1900 para 0,05 metros em 2005, de acordo com dados da ONU.
Há necessidade de reduzir as emissões de dióxido de carbono entre 40% e 70%, antes de 2050, para diminuir os efeitos do aumento da temperatura global e limitar o aquecimento a 2°C acima dos níveis pré-industriais. Os efeitos desse crescente aumento da temperatura pode ser observado no progressivo degelo do Ártico.
O impacto negativo também está evidente no comportamento de distintas espécies, como, por exemplo, as flores que alteram seus processos naturais em função das variações anormais de temperatura de cada estação. Os invernos mais quentes fazem com que o processo de floração se atrase e, inclusive, pode ser que não aconteça se as temperaturas na primavera forem altas demais.
Em uma tentativa para se solucionar os problemas derivados da mudança climática, os especialistas apostam em assumir os desafios que as zonas mal adaptadas ao aquecimento global apresentam e superar algumas aproximações científicas equivocadas. O exemplo emblemático deste fato é a crença que as ilhas do mar de Coral (na Oceania) se erodem por serem muito vulneráveis ao aumento da temperatura. A realidade mostra o contrário, já que 83% destas ilhas se expandiram ou manteve seu tamanho nos últimos 40 anos.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


terça-feira, 7 de julho de 2015

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Momento lírico 376



Ônibus movidos a hidrogênio

Desde o dia 22/062015 circulam em São Paulo os primeiros ônibus de transporte urbano movidos a hidrogênio. Os veículos têm tecnologia de propulsão que não emite poluentes. O escapamento dos ônibus eliminam apenas vapor d’água. Os coletivos também oferecem mais espaço aos passageiros, aperfeiçoamento dos sistemas de controle, integração a bordo e nacionalização de todo o sistema de tração.
De acordo com informações do Ministério de Meio Ambiente, esses ônibus apresentam 45% de energia renovável, 31% a mais que o resto do mundo, o que coloca o Brasil em posição de destaque mundial. Além do Brasil, os únicos países capazes de desenvolver e operar esse tipo de coletivos são Alemanha, Canadá e Estados Unidos.
Segundo a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), os ônibus circularão no trecho Diadema/Morumbi, do Corredor São Mateus-Jabaquara (ABD). As carroçarias dos veículos têm desenhos de pássaros representativos da fauna brasileira e foram batizados com o nome de três espécies: Ararajuba (ave da Amazônia e que representará as regiões Norte e Nordeste) Tuiuiú (ave símbolo do Pantanal) e Sabiá Laranjeira, considerada por decreto presidencial um dos quatro símbolos nacionais.
Em nota, a EMTU explicou que o projeto é totalmente brasileiro, desenvolvido sob contrato de pesquisa financiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, com recursos do Global Environment Facility – GEF e da Agência Brasileira de Inovação – FINEP, por meio do Ministério de Minas e Energia.
No documento, a empresa informou que cabe à EMTU monitorar os testes realizados pelos veículos e apresentar especificações técnicas dos equipamentos. Acrescentou que os resultados dos testes com o protótipo serviram para aperfeiçoar o projeto dos três novos veículos fabricados no Brasil. Os testes começaram em 2010, com o lançamento de um veículo protótipo que ainda circula no Corredor São Mateus-Jabaquara (ABD), na região metropolitana de São Paulo.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Nova era de extinção em massa

A Terra entrou em um novo período de extinção em massa, de acordo com um estudo feito por três universidades norte-americanas, Stanford, Princeton e Berkeley e publicado na revista científica Science Advances.
A pesquisa diz que os vertebrados estão desaparecendo a uma taxa 114 vezes mais rápida que o normal. A descoberta confirma os resultados de um estudo publicado pela Universidade de Duke em 2014. Seria o início agora do sexto grande período de extinção em massa.
O último desses períodos ocorreu há 65 milhões de anos, quando os dinossauros foram extintos, provavelmente devido a um grande meteoro que atingiu a Terra. E agora os humanos podem estar entre as primeiras vítimas. Se for permitido que isso continue, a vida vai levar milhões de anos para se recuperar e nossa própria espécie provavelmente desapareceria logo no início.
Os pesquisadores descobriram que a taxa de extinção atual era mais que 100 vezes mais alta que em períodos em que a Terra não estava passando por um evento de extinção em massa. Desde 1900, segundo o relatório, mais de 400 vertebrados desapareceram. Uma perda desta magnitude normalmente seria vista em um período de até 10 mil anos.
O estudo cita, como causas da extinção, mudança climática, poluição e desmatamento. Como consequência da destruição de ecossistemas, processos benéficos como a polinização feita pela abelhas podem desaparecer em até três gerações humanas. Os autores do novo estudo afirmam que ainda é possível evitar uma queda dramática da biodiversidade por meio de conservação intensiva, mas que é necessário agir rapidamente.
A União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) diz que pelo menos 50 animais ficam mais perto da extinção a cada ano. Cerca de 41% de todos os anfíbios e 25% dos mamíferos estão ameaçados de extinção, afirmam. O primata lêmure, por exemplo, enfrenta uma verdadeira guerra para evitar a extinção em ambientes selvagens nos próximos anos. 94% dos lêmures estão sob ameaça, com mais de um quinto de todas as espécies de lêmures classificadas como sob perigo crítico. Além de ver seu habitat natural em Madagascar sendo destruído por retirada ilegal de madeira, eles também são frequentemente caçados por sua carne
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Não desista do Brasil!

Não desista jamais! Lute até o fim! 
Enquanto houver vida 
haverá esperança!
Fonte (da figura): RS MINHA QUERÊNCIA (https://www.facebook.com/groups/912983395425516/ )

quarta-feira, 1 de julho de 2015

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