terça-feira, 16 de setembro de 2014

Soníferos x Alzheimer

A utilização de certos soníferos e tranquilizantes da família das benzodiazepinas por longos períodos pode aumentar sensivelmente o risco de se desenvolver Alzheimer, revela um estudo franco-canadense publicado no site do “British Medical Journal” (thebmj.com). Os pesquisadores concluíram que o consumo de benzodiazepinas durante mais de três meses está associado a um risco 51% maior de desenvolver a doença.
As benzodiazepinas constituem, incontestavelmente, ferramentas preciosas para tratar ansiedade e insônia temporárias, mas os tratamentos devem ser de curta duração e não superar os três meses, destacam os especialistas.
Os resultados do estudo vão na mesma direção das advertências lançadas pelas autoridades de saúde de vários países sobre a utilização de benzodiazepinas, especialmente em pessoas mais velhas, devido aos efeitos secundários de ordem cognitiva.
Segundo a agência francesa de segurança de medicamentos (ANSM), 11,5 milhões de franceses consumiram ao menos uma vez a benzodiazepina no ano de 2012, entre os quais 7 milhões por ansiedade e 4,2 milhões transtornos do sono.
(Fonte: G1)


A camada de ozônio está se recuperando

A frágil camada de ozônio que protege a Terra está começando a se recuperar, principalmente por causa da progressiva eliminação, desde a década de 80, de alguns elementos químicos de latas de refrigerantes e aerossol, uma rara notícia positiva sobre a saúde do planeta. Cientistas disseram que o crescimento demonstra que a união mundial pode neutralizar o desenvolvimento de uma crise ecológica.
Pela primeira vez em 35 anos, cientistas foram capazes de confirmar um aumento estatístico significativo e sustentado no ozônio estratosférico, que nos protege da radiação solar que causa câncer de pele, danos à agricultura e outros problemas. De 2000 a 2013, os níveis de ozônio cresceram 4 por cento em latitudes norte a cerca de 30 milhas (48 kms) de altura na avaliação do ozônio feita a cada quatro anos por 300 cientistas, divulgada pelas Nações Unidas.
A camada de ozônio vinha se tornando cada vez mais fina desde o final dos anos 70. Clorofluorcarbonos produzidos pelo homem, chamados de CFCs, emitiam cloro e bromo, que destruíam as moléculas de ozônio suspensas no ar. Após um alerta de cientistas, países ao redor do mundo concordaram com um tratado em 1987 para eliminar progressivamente os CFCs. Os níveis desses elementos em alturas de 30 a 50 milhas estão diminuindo. Sem o pacto, em 2030 dois milhões de casos extras de câncer de pele seriam registrados por ano no mundo.
Paradoxalmente, gases de efeito estuda, que retém o calor – considerados a maior causa do aquecimento global – também estão ajudando a reconstituir a camada de ozônio. O relatório diz que a ampliação do nível de dióxido de carbono e outros gases esfria a estratosfera superior, e o ar mais frio aumenta a quantidade de ozônio.
Em outra tendência preocupante, os elementos químicos que substituíram os CFCs contribuem para o aquecimento global e estão aumentando. No momento, eles não representam grande ameaça, mas é esperado que aumentem dramaticamente até 2050 e façam “uma enorme contribuição” para o aquecimento global.
A camada de ozônio ainda está longe de ser recuperada. Elementos químicos devoradores de ozônio e de longa duração que ainda permanecem na atmosfera criam anualmente um buraco no extremo do Hemisfério Sul, e o buraco não foi fechado. Além disso, a camada de ozônio ainda está cerca de 6 por cento mais fina do que na década de 80.
(Fonte: G1)


A partícula de Deus e o fim do mundo

O físico Stephen Hawking pode ter preocupado muita gente ao revelar que uma partícula elementar, teoricamente surgida após o Big Bang e conhecida como Partícula de Deus, poderia provocar o fim do mundo. Ele escreveu essa teoria no prefácio de seu novo livro, Starmus, e disse mais: isso pode acontecer a qualquer momento, sem que nenhum aviso seja emitido.
Os cientistas acreditam que uma mudança no estado de energia do universo pode fazer com que ele sofra uma deterioração catastrófica. Isso quer dizer que uma bolha de vácuo poderia se expandir a velocidade da luz no espaço destruindo tudo o que encontrasse pela frente.
Essa partícula, chamada de Bóson de Higgs, foi prevista pela primeira vez em 1964 por um grupo de cientistas, incluindo Peter Higgs, preenchendo uma lacuna que faltava no modelo padrão da física das partículas e explicando três das quatro forças fundamentais existentes no universo: as forças fortes, fracas e eletromagnéticas.
A massa dessa partícula é necessária para manter a estabilidade do universo. Se esse estado entra em colapso, o universo fica instável, provocando um evento catastrófico. Mas, de acordo com cientistas, embora o potencial de Higgs governe o vácuo em que estamos e seu estado de energia possa sofrer mudanças, é improvável que o mundo acabe nos próximos bilhões de anos.
(Fonte: Terra)


Momento lírico 302

A LENDA DO CASAL PERFEITO!
(Karl Fern)

Conta uma lenda popular
Que havia em certo lugar
Um jovem rico e formoso
Era um excelente partido
Porém muito precavido
Exigente e meticuloso!

Decidiu que iria se casar
Mas só após encontrar
Pra isso a mulher perfeita
Assim foi à sua procura
Até encontrar a criatura
Que atendia sua receita.

Quando lhe fez a proposta
A surpresa da sua resposta
Doeu-lhe dentro do peito:
“Não posso lhe desposar,
Pois também tou a procurar
Pra mim um homem perfeito!”

Moral da história: Quem procura a perfeição, encontrará a solidão!