sábado, 14 de junho de 2014

Bandeira provisória!


Segundo o Senador Cristóvão Buarque
esta deveria ser a 
Bandeira do Brasil,
 enquanto houver analfabetismo no país. 
Eu concordo! 
Além de ser uma das poucas bandeiras 
do mundo em que há inscrições 
(exceção às do mundo árabe que têm cunho religioso), 
que é que adianta esta frase 
se grande parte dos cidadãos brasileiros 
não sabem o que está escrito?

Sobre masturbação!

Do ponto de vista da fisiologia e da saúde, a masturbação é algo natural, parte do desenvolvimento da sexualidade das mulheres e homens, dizem os urologistas. Um estudo realizado pela Gossard Lingerie, empresa britânica de roupas íntimas, descobriu que 92% das mulheres praticam masturbação. A pesquisa foi feita com mais de 1.000 mulheres com idade entre 18 e 30 anos no Reino Unido, e revelou que nove em cada 10 mulheres admitiram terem se masturbado pelo menos uma vez naquele ano, enquanto dois terços delas davam prazer a si mesmas pelo menos três vezes por semana. Diante desses números é possível afirmar que a prática não é uma exclusividade masculina, tampouco restrita a um pequeno grupo.
A masturbação não é prejudicial à saúde e nem altera a formação dos órgãos sexuais! Trata-se de uma prática tão natural que ninguém precisa ser ensinado, aprende-se experimentando, tocando e se conhecendo. É uma forma de se preparar para a relação a dois, ou então passar por períodos de ausência de parceiro e ainda sim ter orgasmos. Sendo assim, ela não tem idade para começar e nem para terminar. Por outro lado, a masturbação não é necessária ou fase obrigatória na vida de todos. Fato é que não existem regras quando o assunto é sexo e sexualidade, e que a masturbação pura e simplesmente não traz qualquer malefício à saúde.
Por outro lado, qualquer extremo é prejudicial. Se masturbar em excesso ou nunca se masturbar são problemas. Se você não se masturba nunca porque foi ensinado que não deveria ou sem justificativa racional, isso interfere negativamente na descoberta e formação da sexualidade. É claro que, como dito anteriormente, a masturbação não é algo obrigatório, mas sua prática ou falta dela deve partir de uma escolha do indivíduo baseada em seus gostos pessoais, não na percepção de que a prática é errada ou lhe fará mal. Por outro lado, quando a masturbação se torna tão importante que inibe ou diminui a vida social, bem como a descoberta e conquista de parceiros que dividam momento íntimo, ela pode afetar negativamente a saúde sexual. Mas não existe um limite padronizado para o exagero - vai de cada um avaliar se a prática está ou não interferindo em outros aspectos de sua vida. Um ponto de partida seria perceber se a masturbação solitária está sendo preferida ao relacionamento com parceiro.
Fonte: MINHA VIDA (via newsletter)