quarta-feira, 2 de abril de 2014

Educação ambiental - História

De forma bastante embrionária, a educação ambiental surgiu na segunda metade do século XIX. Em 1864, ocorreu o lançamento do livro “O Homem e a Natureza”, ou “Geografia Física Modificada pela Ação do Homem”, de autoria do diplomata e filologista estadunidense Georges Perkins Marsh (1801-1882). Cinco anos depois, o vocábulo “ecologia” é proposto por Ernst Haeckel para definir os estudos a serem realizados sobre as relações entre as espécies e seu ambiente.
Ernst Heinrich Philipp August Haeckel , nasceu em Potsdam, na Prússia, Alemanha, 16 de Fevereiro de 1834 e morreu em Jena, 9 de Agosto de 1919. Foi um biólogo, naturalista alemão, filósofo, médico, professor e artista que ajudou a popularizar o trabalho do naturalista britânico Charles Robert Darwin e um dos grandes expoentes do positivismo. Charles Robert Darwin (1809-1882).
Em 1872 ocorreu a criação do primeiro parque nacional do mundo: “Yellowstone”, nos Estados Unidos da América. E o Brasil não se demorou em adequar-se a essa nova tendência. Em 1896, na fase republicana, criou-se o primeiro parque estadual em São Paulo, denominado “Parque da Cidade”. Depois veio a criação do Parque Nacional de Itatiaia (1937) e do Parque Nacional do Iguaçu (1939).
No plano internacional, destacou-se em 1951 a publicação do “Estudo da Proteção da Natureza no Mundo”, organizado pela União Internacional para a Conservação da Natureza – UICN, que havia sido criada em decorrência da Conferência Internacional de Fontainbleau, na França, em 1948, com apoio da UNESCO. A UICN se transformaria no Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA, em 1972, em razão da Conferência de Estocolmo.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter

Momento lírico 262

ODE À MULHER
(Karl Fern)

Mulher criatura divinal
Suprema ao fino cristal
De Deus o nobre castiçal
Em tudo ela é especial.

Seu sorriso é diferente
É algo além do contente
Só ela sabe o que sente
E vai encantando a gente.

Seu olhar é fascinante
Tem algo mais brilhante
Um limiar apaixonante
Um contar balbuciante.

Que dizer do seu sorriso
Leve convidar indeciso
Nos lábios o suave riso
Como o portal do Paraíso.

No afago dos seus braços
Esquecemos os cansaços
Presos em mágicos laços
Do vigor dos seus abraços.

Fantástico corpo tentador
Nos enche e vida e calor
Num atrevido ato sedutor
Dá-nos loucuras de amor

Mulheres são como rosas
Perfumadas e deliciosas
Docemente misteriosas
Eternamente preciosas!

Momento lírico 261

SEM REMÉDIO
(Karl Fern)

A sequela de perda do seu valedouro amor
Tornou-o demente, deixando-o fenecer
Desprezado segue afogando-se nessa dor
Não consegue achar motivos pra vencer.

Está ausente tentando em vão esquecer
Com seu olhar desfigurado pela redenção
Procura em volta o que o faça renascer
Pra tentar de vez sacar a dor do coração.

Ver tanta gente não lhe traz libertação
Em movimento chegam e saem devagar
Mas elas não alteram sua doentia aflição
Nem novos rostos ele consegue enxergar.

Esse imenso vazio não o deixa sossegar
Na fria bebida não encontra saciedade
Na imutável lembrança segue a se apegar
Pouco a pouco vai morrendo de saudade!