segunda-feira, 10 de março de 2014

Humor: "Tristeza no cruzeiro!"

Turista conta para um seu amigo sua viagem de férias no seu cruzeiro!
- Rapaz, foi bom demais! Mas teve uma experiência muito particular, cara! Na terceira noite eu tava no convés do navio, olhando a imensidão do mar e conheci uma mulher que também tava alí solitariamente! Cara! Que mulher!!! Aproximei-me, puxei assunto e conversa vai conversa vem, descobri que ela era casada. Mas ela me garantiu que o marido ficaria no cassino do navio jogando até de madrugada e que a gente poderia ficar até meia-noite no seu camarote, sem perigo! Olha companheiro, foi uma loucura! Eu vivi a melhor noitada de amor da minha vida, amigo! Mas no outro dia veio o problema! Encontrei a dita com o marido e descobri que ele era justamente um grande amigo meu de infância e que não nos víamos a mais de vinte anos! Ele fez uma festa incrível e, depois quando voltei ao meu camarote, fiquei tão deprimido com aquela traição que chorei sozinho! Esse foi o meu grande problema! Assim foi todo o resto da viagem: Todas as noites transava-chorava... transava-chorava... transava-chorava...

Parafusos de seda para reparar fraturas

Cientistas desenvolvem parafusos feitos totalmente de seda foram usados pela primeira vez para reparar fraturas em cobaias, abrindo caminho para um tratamento mais eficiente para pessoas que sofrem o problema. Uma equipe formada por engenheiros médicos da Universidade Tufts, do Estado americano de Massachusetts (nordeste dos EUA), e do Centro Médico Beth Israel Deaconess, também nos Estados Unidos, produziu 28 parafusos a partir de moldes nos quais foram colocadas proteínas obtidas a partir de casulos de bicho-da-seda. Eles foram implantados nos membros de seis ratos por entre quatro e oito semanas, ao final das quais eles já tinham começado a se dissolver. Os pesquisadores atribuíram o fato deles se dissolverem à fibra natural em sua composição.
Quando um osso é fraturado, placas e parafusos de metal são usados para religar e fixar as partes rompidas. Mas, além de serem rígidas e incômodas, essas peças geram risco de infecção. Em muitos casos, elas têm de ser removidas depois que o osso está reparado, o que requer uma nova cirurgia. A expectativa dos cientistas é que essas peças venham a substituir as de metal usadas atualmente no reparo de ossos quebrados. Materiais sintéticos usados como alternativa para evitar esses problemas são difíceis de serem implantados e podem gerar reações inflamatórias.
Já no caso da seda, além de sua composição e rigidez serem parecidas com as do osso, o fato dela ser absorvida pelo organismo torna o material promissor. Também esse tipo de material não interfere em aparelhos de raio x, não dispara alarmes e não gera sensibilidade ao frio como o metal.
Fonte: G1

Quem inventou o beijo?

Examinando a cadeia evolutiva, é fácil imaginar a origem desse delicioso costume humano. Alguns primatas alimentam os filhos boca a boca, primeiro mastigando a comida e depois passando-a para o filhote; essa pode ter sido a origem do beijo. Tanto o primatólogo Frans de Waal quanto o etólogo Eibl-Eibesfeld apoiam a teoria. Parece que nossos ancestrais diretos também tinham o mesmo costume, porque alguns estudos antropológicos indicam que as hominídeas, por exemplo, as mulheres de Cro-Magnon, alimentavam os filhos boca a boca.
Nossos “primos” chimpanzés também se beijam, não só para se alimentar, mas como saudação ou como reconciliação depois de um conflito. O beijo é sinal de afeição e confiança entre os chimpanzés bonobos, muitas vezes envolvendo a língua em sinal de profunda afeição.
 Os beijos não são exclusivos da espécie humana, mas somos a única espécie com lábios que se dobram para fora e com uma cor distinta que os diferencia do restante da pele. Os lábios são visualmente atraentes e muito sensíveis, pois têm a epiderme mais fina do corpo e muitas células nervosas sensórias convergem neles. O certo é que o beijo sem transferência de comida é uma expressão quase universal de amor e afeição entre os seres humanos.  
Fonte: REVISTA SELEÇÕES READER’S DIGEST (http://www.selecoes.com.br/)