domingo, 12 de janeiro de 2014

Câncer do pâncreas

O câncer de pâncreas, um dos mais letais, é a oitava causa mais comum de mortes por câncer no mun-do. Ela afeta homens e mulheres igualmente e é mais frequente em pessoas com idade acima dos 60 anos. Por apresentar poucos sintomas em seus estágios iniciais, o câncer pancreático costuma ser diagnosticado somente em estágio mais avançado. De acordo com o levantamento mais recente do Ministério da Saúde, a doença deixou mais de 7,7 mil mortos no Brasil em 2011. O fundador da Apple, Steve Jobs, e o ator americano Patrick Swayze estão entre as vítimas famosas da doença.
Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, dizem ter descoberto um tratamento que poderia eliminar o câncer de pâncreas em cerca de uma semana. Após identificarem como funciona a barreira protetora que circunda os tumores, os cientistas desenvolveram uma droga que consegue rompê-la, permitindo que o sistema imunológico do corpo mate as células cancerígenas.
Testes contra o câncer em camundongos deram resultados em seis dias. As conclusões foram divulgadas na publicação científica americana PNAS. De acordo com a Universidade de Cambridge, é a primeira vez que um resultado como esse é alcançado em pesquisas sobre o câncer de pâncreas. Caso seja bem-sucedido, o tratamento também poderia ser usado em outros tipos de tumores sólidos – como em casos de câncer de pulmão e câncer de ovário. De acordo com a Universidade de Cambridge, ainda não há data para testes clínicos em seres humanos.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)


Ambiente: Supervulcões

Um estudo realizado por especialistas suíços e publicado na revista Nature Geoscience, sugere que os supervulcões, como o Yellowstone, nos Estados Unidos, podem entrar em erupção a qualquer momento, sem terremotos ou outros fatores externos. O imenso volume de magma seria suficiente para causar uma supererupção catastrófica. Um supervulcão pode entrar em erupção simplesmente por causa de seu enorme tamanho.
Supererupções ocorrem raramente, geralmente uma vez a cada cem mil anos. Mas quando ocorrem, o efeito é devastador para o clima e ecologia do planeta. Há cerca de 20 supervulcões na Terra, entre os quais o Lake Toba, na Indonésia e Lake Taupo, na Nova Zelândia.
Quando um supervulcão entrou em erupção há 600 mil anos no Estado de Wyoming, onde fica hoje o Parque Nacional de Yellowstone, expeliu mais de mil quilômetros cúbicos de cinzas e lava na atmosfera – o suficiente para enterrar uma cidade grande a alguns quilômetros de profundidade. É possível comparar a erupção ao impacto de um asteroide. O risco de que possa acontecer a qualquer momento é pequeno, mas quando acontece as consequências são catastróficas.
Entender o que desencadeia uma megaerupção continua sendo uma questão difícil de responder. Um mecanismo possível pode ser o aumento da pressão sobre a câmara magmática gerada pelas diferenças entre a densidade do magma e das rochas que a rodeiam. É possível que um gatilho adicional, como uma injeção repentina de magma, uma infusão de vapor de água ou um terremoto também seja necessário.
A boa notícia é que se um vulcão como o Yellowstone estiver à beira da erupção, emitirá um alerta. O solo provavelmente seria elevado em centenas de metros. Os cientistas acreditam que o vulcão atualmente tem entre 10 e 30% de magma parcialmente derretido. Para que a pressão seja suficiente para causar uma erupção, seria necessário que esse índice seja de 50%.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter)

Historinha de domingo

       E naquela escola, um aluno chegou para a professora e disse ter lido na Bíblia que Jonas tinha vivido dentro de uma baleia (Jonas 1:17). Então a professora argumentou que isso era apenas uma linguagem figurada,. Que era impossível um homem ser engolido por uma baleia, pois a compleição física daquele animal jamais permitiria que isso acontecesse!
Mas o aluno, muito crédulo, não aceitou a explicação lógica da professora e depois de várias argumentações ele perdeu a paciência e falou para a professora: - Tia! Quando eu morrer e chagar no céu, a primeira coisa que vou fazer é perguntar pra Jonas se esta história é verdadeira!
A professora não se dando por satisfeita, indagou: -  E se ele tiver ido pra o inferno?
O aluno não titubeou: - Aí a senhora é que vai perguntar!