quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Saneamento Básico no Brasil

Entre as 100 maiores cidades do país, apenas três garantem coleta de esgoto a 100% da população: Belo Horizonte (MG), Franca (SP) e Santos (SP). Outras 24 ainda apresentam taxas acima de 90%.
Mas o Brasil ainda está longe de garantir a universalização do serviço para seus habitantes. A média de oferecimento de coleta de esgoto nas maiores cidades – onde vivem 78 milhões de brasileiros – foi de 61,4%, contra apenas 48,1% em todo o país.
O saneamento básico é considerado como item primordial para evitar alguns tipos de doenças. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cada R$ 1 investido em saneamento gera economia de R$ 4 na área de saúde.
Assusta o fato de que várias capitais brasileiras estão entre as cidades que têm as menores taxas de fornecimento. Em Porto Velho, por exemplo, apenas 2,7% da população tem acesso à coleta. Macapá (6%), Belém (8,1%) e Teresina (16%) também se destacaram negativamente.
Os dados fazem parte de ranking de saneamento feito pelo o Instituto Trata Brasil, com base no Snis – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, do governo federal. (Fonte: Exame.com).
Fonte: AMBIENTE BRASIL (por newsletter!)
      
      Trazer médicos do exterior pra cuidar dos doentes dá muito mais votos que fazer redes de esgotos para que as pessoas não adoeçam! EITA MUNDO CÃO!



O Lago Natrão

É um lago salgado alcalino situado no norte da Tanzânia, próximo da fronteira deste país com o Quênia, no Grande Vale do Rift. Trata-se de um lago endorreico, de origem tectônica e com menos de três metros de profundidade.
A natureza pode ser feia e assustadora: este lago assassino transforma animais em estátuas. Essa porção de ‘água assassina’ alcança temperaturas de 60 °C, e seu pH vai entre 9 e 10,5. O nome vem do natrão, composto a base de carbonato de sódio e bicarbonato de sódio, proveniente das cinzas vulcânicas de um vale na região.
Esse ‘poço mortal’ abriga um tipo de tilápia ultra-resistente (Alcolapia alcalica), mas é fatal para outros animais. Aves que se acidentam em suas margens, iludidas pela superfície refletora do lago, têm um destino cruel: acabam mortas e calcificadas, como estátuas. Flamingos que tentam usar suas ilhas de sal como ninho correm o mesmo risco.
O fotógrafo Nick Brandt, explorador da África e diretor do clipe de Earth Song, de Michael Jackson, visitou o Lago Natrão em 2010 e fotografou o resultado macabro do contato da água com os corpos mortos dessas aves. As imagens estão disponíveis no site do fotógrafo, que está lançando um novo livro de fotos. Ver http://hypescience.com/fotos-lago-alcalino-transforma-animais-em-estatuas/.
Fonte: AMBENTE BRASIL (por newsletter!)

O velcro

O velcro foi inventado em 1948 por Georges de Mestral (Nyon, 19 de Junho de 1907 — Commugny, 8 de Fevereiro de 1990), um engenheiro eletrônico da Suíça. Ele inspirou-se após analisar atentamente as sementes de Arctium que grudavam constantemente em sua roupa e no pelo de seu cão durante suas caminhadas diárias pelos Alpes.
Georges examinou o material através de um microscópio e distinguiu diversos filamentos entrelaçados terminando em pequenos ganchos, causando a potente aderência dos carrapichos nos tecidos. Por fim concluiu ser possível a criação de uma material para unir dois materiais de maneira reversível e simples. Desenvolveu o produto e submeteu a ideia para patente em 1951.
O pedido suíço foi seguido por outras patentes nacionais, desta vez através de sua companhia Velcro S.A. A partir do relatório descritivo da patente dos Estados Unidos US 2,717,4372 pode-se ver a aparente simplicidade da invenção. O nome VELCRO é uma referência as palavras em francês velours (que significa veludo) e crochet (que significa gancho).
Atualmente o uso e aplicação do produto são várias, e a palavra velcro tornou-se um termo genérico para referir-se ao material.
Fonte: WIKIPEDIA (http://pt.wikipedia.org/wiki/Velcro)

História - Cidades no antigo Egito

No Egito, o centro de cada cidade era ocupado por um complexo que continha templos, palácios reais e moradias das demais autoridades e dos sacerdotes. Em volta espalhavam-se os subúrbios residenciais dos cidadãos.
Embora ao contrário do solo mesopotâmico, no Egito existissem enormes depósitos naturais de pedra, estes eram distantes uns dos outros, o que dificultava e encarecia em muito a sua extração e trans­porte.
Assim os blocos tirados das pedreiras eram reservados para os templos e tumbas, de modo que a grade maioria das moradias era construída à base de tijolos de barro crus e madeira e, assim, com o tempo, todas elas desmoronavam e se transformavam em pó, deixando como único monumento à glória do Egito, os túmulos dos faraós.
Fonte: FERNANDES, Carlos. - MICRODRENAGEM, UFCG, 2010

Farinha de banana verde

     A farinha de banana verde é feita justamente com a fruta que ainda não amadureceu. No caso da banana, ela está cheia de benefícios e o principal deles é o tal do amido resistente. Por ser digerido apenas no intestino, e não no estômago, ele traz uma série de benefícios para o nosso organismo, como turbinar a imunidade, melhorar a digestão e até fazer bem aos índices glicêmicos.
A banana verde pode ter de 55 a 93% de seu amido na forma resistente, uma forma de carboidrato muito mais saudável para o organismo e responsável pela maior parte de seus benefícios à saúde, por ser digerido apenas no intestino delgado e não se converter em glicose que será liberada na corrente sanguínea. Além disso, ela apresenta menos sacarose, um tipo de açúcar natural da fruta.
Além disso, a banana verde tem menos calorias e carboidratos, o que ajuda a reverter o ganho de peso. E possui zero gorduras, o que permite a inclusão de outros alimentos com gorduras boas na refeição. Para completar, ela possui mais fibras do que a banana madura também, o que melhora também o trânsito intestinal.
A banana verde é rica em amido resistente, importante para a nossa saúde. Em resumo ajuda a emagrecer, reduz a produção de insulina, melhora o funcionamento do intestino, evita constipações , reforça a imunidade e diminui o colesterol .
A quantidade de ingestão recomendada de farinha de banana verde é de até duas colheres de sopa ao dia da farinha, o que equivale a 30 gramas do alimento. E o ideal é consumir essa farinha com outros alimentos. Ela pode ser misturada a sucos, vitaminas e sopas, consumida com frutas, ou integrar massas de tortas e bolos.