sábado, 28 de setembro de 2013

Momento lírico 205

ROSA DA ROSA
(Karl Fern)

Entre tantas outras rosas
A mais perfeita é a mulher
Perfeita como Deus quer
Tão deslumbrante e mimosa
Ainda tem sua própria rosa
De enlouquecedor mister.

Fonte de desejo profundo
De pensamentos lascivos
Sonhos dos amantes vivos
A mais cobiçada do mundo
Ideário de carinho fecundo
Vau de anseios instintivos.

Fixa entre pétalas duais
Abre-se com delicadeza
Aflorando toda sua beleza
Com doces perfumes carnais
Umedecida em vinhos florais
Com excitamento e pureza.

Berço de rogos e delírios
Flor dos regaços femininos
Cálice de sonhos masculinos
Calor de perfumados círios
Laço dos doces martírios
Favo de eufóricos desatinos.

Abrigo do nobre castiçal
Da fina seiva do conceber
Sublime alimento do querer
Ocaso da consumação final
Fragrâncias do prazer total
Jatos de amor a languescer!
                

Sono X Obesidade

As campanhas de saúde para combater a obesidade tendem a se concentrar na importância de uma dieta saudável e da prática de exercícios físicos. Mas a esta equação também devem ser somadas boas noites de sono. Pesquisas recentes mostram que comer menos e de forma mais saudável, além de se exercitar diariamente, tem pouco resultado na redução dos níveis de obesidade.
Talvez, a razão por trás disso possa ser encontrada em vários estudos que mostram que poucas horas de sono podem estar associadas à obesidade em adultos e crianças. E é mais do que coincidência o fato de que, nos últimos anos, as pessoas vêm dormindo menos ao passo que tem aumentado o número de obesos.
Por meio de exames de ressonância magnética, cientistas mostraram que a falta de sono afeta áreas do cérebro responsáveis pela tomada de decisões complexas e a vontade de ter ‘recompensas’, o que pode levar a escolha por alimentos calóricos e com alto teor de gordura. Noites mal dormidas também afetam os níveis dos hormônios da fome, provocando uma queda nos níveis de leptina, que regula o consumo de alimentos e sinaliza quando já comemos o bastante, e o aumento do nível de grelina, que estimula o apetite e produção de gordura.
As pesquisas indicam que essas variações hormonais elevam em 24% a sensação de fome, em 23% o apetite e em 33% a vontade consumir comidas calóricas e gordurosas. Os levantamentos mostram ainda que as pessoas que dormem pouco ficam ávidas para beliscar entre as refeições, temperar demais os alimentos, comer menos legumes e verduras e mais "junk food".
A campanha pelo ‘coma menos, mova-se mais’ não terá muitas chances de sucesso se não for combinada a orientações para que as pessoas durmam mais.
Fonte: G1


Oceanos X Aquecimento global

Os oceanos são os maiores aliados do nosso planeta para manutenção do seu equilíbrio climático. Eles absorvem grande parte da radiação solar que nos atinge e também funcionam como sumidouros de dióxido de carbono (CO2). Mas esses heróis do clima já se revelam vítimas do aquecimento global.
Segundo o novo relatório do IPCC, painel de experts em clima da ONU, desde a era pré-industrial, a temperatura média da terra e dos oceanos aumentou 0,85 graus Celsius. O aquecimento dos oceanos domina o aumento da energia armazenada no sistema climático, representando mais de 90% da energia acumulada entre 1971 e 2010. O saldo da conta é simples: os oceanos absorvem calor e desaceleram o aquecimento.
Mas este comportamento “heroico” pode desencadear uma verdadeira catástrofe nos oceanos a medida que estes se tornam mais ácidos, alertam os cientistas. A mudança no Ph da água acontece à medida que o CO2 emitido pela atividade humana – originada fundamentalmente pela queima de combustíveis fósseis – é absorvido pelos oceanos.
Desde o início da era industrial, a acidez das águas do planeta aumentou 30%  e várias formas de vida marinhas podem ser prejudicadas. Inúmeros estudos mostram que a acidificação interfere principalmente no desenvolvimento das espécies com carapaça ou esqueleto de carbonato cálcico, como corais e moluscos.
Os cientistas alertam que a acidificação dos oceanos reserva consequências imprevisíveis no longo prazo para a vida marinha. Estudo feito pelo Australian Institute of Marine Science sugere que no cenário mais otimista, com redução global de emissões de CO² e ação local pela conservação dos recifes, até o fim do século, os corais podem sofrer redução de pelo menos 50% em todo o planeta. No cenário pessimista, 95% dos corais correm o risco de desaparecer.
Fonte: Exame.com

Depilação com a idade!

Da infância à terceira idade a mulher passa por inúmeras fases e alterações hormonais. E isso influencia na depilação íntima e como manter a pele lisinha respeitando as características de cada período.
Adolescência - É a fase da descoberta, quando surgem os primeiros pelos – ou os já existentes engrossam. Nada habituadas com a dor dos processos depilatórios as garotas testam os métodos disponíveis até encontrar um que lhe atenda as. Não há contraindicações mas, uma vez que se pretende diminuir os pelos e afiná-los o ideal é que se inicie com cera quente ou aparelhos elétricos o quanto antes até se acostumar.
Período pré e menstrual - Nas fases de alterações hormonais, o corpo da mulher está mais fragilizado. Neste período o organismo retém água e a pele estica, aumentando a sensibilidade à dor. Portanto, melhor esperar”.
Gravidez - A gestante pode manter a depilação em dia utilizando os métodos com os quais está acostumada ,exceto o laser cujos estudos não comprovam 100% de segurança para o feto. Cremes depilatórios íntimos também exigem cautela. Antes de ministrar qualquer produto é indispensável conversar com seu médico. Antes do parto recomenda-se o prazo máximo de até duas semanas.
Pós-parto - Os especialistas ouvidos pela reportagem orientam o prazo mínimo de 30 dias para retomar qualquer método de depilação, que o parto seja normal ou cesariana.
Fonte: YAHOO MULHER