terça-feira, 3 de setembro de 2013

Estatísticas do blog


Com "História: Saneamento na Antiguidade (datas)" completamos oito centenas
de postagens publicadas que renderam 825 comentários aceitos de leitores 
e um histórico de visualizações de página de 103.297 registros.
Por país o percentual de visitantes é, aproximadamente, Brasil (76%),
Estados Unidos (11%), Rússia (3,5%), Portugal (3,0%),
Alemanha (1,5%) e Outros (5,0%).
Os principais navegadores de acesso tem sido Chrome (44%),
Internet Explorer (24%) e Firefox (22%)
Os principais sistemas operacionais utilizados pra visualizações
de página foram Windows (80%), Macintosh (8%) e Linux (7%).

 Obrigado pelo prestígio e credibilidade! 
OBS: Fundado em 27/01/12

História: Saneamento na Antiguidade (datas)

8000 a.C. – surgimento do primeiro aglomerado urbano da pré-história, a cidade bíblica de Jericó, um centro de comércio de sal, prosperou durante o sétimo milênio antes de Cristo no deserto próximo à extremidade norte do Mar Morto.
6000 a.C. – De modo semelhante, 800 quilômetros ao norte, na Ásia Menor, campos irrigados alimentavam a população de Satal Hüyük, um povoado que surgiu, em torno de 6500 a. C., junto a um campo de obsidiana, minério escuro e vítreo de origem vulcânica, empregado na fabricação de espelhos, joias e facas..
4000 a.C. – algumas cidades descritas pelos historiadores já possuíam infraestrutura sanitária.
4000 a.C. – utilização de sistemas de irrigação na Mesopotâmia.
3750 a.C. – construção da galeria da cidade de Nipur, Ìndia.
3200 a.C. – utilização de sistemas de água e drenagem no Vale dos Hindus.
2750 a.C. – utilização de tubulação de cobre no palácio do faraó Chéops.
2600 a.C. – construção de condutos subterrâneos para a deposição das águas servidas ao longo de Tel-Asmar, próximo a cidade de Bagdá; existência de reservatórios de terra e utilização de captação subterrânea pelos povos orientais.
2000 a.C. – utilização de sulfato de alumínio na clarificação da água pelos egípcios.
2000 a.C. – escritos em sânscrito sobre a água de beber – armazenamento em vasos de cobre, filtração através de carvão, purificação através de fervura ao fogo, aquecimento ao sol ou introdução de uma barra de ferro aquecida na massa líquida, seguida por filtração através de areia e cascalho grosso.
2100 a.C. a 1700 a.C.– execução de sistemas de drenagem em mármore na cidade de Kahum, Ìndia.
1500 a.C. – utilização da decantação da água pelos egípcios.
1000 a.C. – identificação, por estudos paleontólogos em ruínas egípcias, da existência de doenças como esquistossomose, a poliomielite e a tuberculose, em formas semelhantes às manifestadas na atualidade.
Séculos V e IV a.C. – O corpo hipocrático – obra contendo registros sobre descrições clínicas de enfermidades como caxumba, bócio, resfriados, pneumonias e febres maláricas. Um de seus livros, Dos ares, águas e lugares, destaca-se por ser a primeira obra a relacionar fatores do meio físico e a ocorrência de doenças. Descreve a importância das técnicas de filtração e a fervura da água. Os termos endemia e epidemia já eram utilizados pelos autores.
Séculos VII a.C. e IV d.C. – Império Romano – nesse período Roma era abastecida por um sistema de 11 aquedutos, perfazendo um total de 422 km de extensão. O consumo de água era de 100l/hab.dia
Século VI a.C. – implantação, entre os Montes Palatinos e Aventino, de drenos subterrâneos para drenagem das águas de infiltração e para a coleta de esgotos. O coletor tronco desse canal é a Cloaca Máxima, que permanece ativa ainda na atualidade.
Séculos IV a.C. – existência de um sistema de drenagem nos pântanos das Paludes Pontinos, ocupando uma área de 1200km² ao longo dos 17km de extensão da Via Ápia.
27 a.C. a 14 d.C. – existência de um sistema de administração pública de saúde na cidade de Roma que conduzia os assuntos referentes ao suprimento e abastecimento de água.

Fonte: FERNANDES, Carlos, - MICRODRENAGEM, UFCG, 2010