quarta-feira, 3 de julho de 2013

Perda de água "encanada"

A ineficiência operacional das concessionárias de saneamento brasileiras provoca uma perda média de cerca de 40 a 50% na oferta de água no Brasil, aponta estudo divulgado pela consultoria GO Associados a pedido da International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial.
Os prejuízos são provocados apenas por perdas de água, causadas em sua maior parte por fraudes, furos na tubulação e deficiências operacionais. A ineficiência energética também causa prejuízos, apontou o estudo, uma vez que a energia é o principal insumo nos custos das empresas de saneamento.
Caso houvesse um “esforço nacional” para reduzir as perdas de água e aumentar a eficiência energética, os ganhos potenciais poderiam chegar a 37 bilhões de reais até 2025, com redução de 50% das perdas correntes. Observe que estamos falando de “bilhões!”. Mesmo com uma diminuição menor das perdas, de 25 % até 2025, os ganhos chegariam a quase 21 bilhões de reais.

Na visão do IFC, os modelos atuais de contratação de programas de redução de perdas não têm se mostrado eficientes. É preciso desenvolver modelos que auxiliem as concessionárias a financiar seus investimentos em redução de perdas. 
ÁGUA, SABENDO USAR NÃO VAI FALTAR!
Fonte: AMBENTE BRASIL (por newsletter!)


De olho no efeito estufa

O governo federal estuda mecanismos para analisar os dados de emissões de gases de efeito estufa do setor produtivo. A intenção do Ministério do Meio Ambiente (MMA) é criar um sistema que harmonize as particularidades e legislações específicas de todo o país.
O MRV é uma medida de observação e controle da liberação de poluentes na atmosfera por parte de diversos segmentos da economia. O monitoramento é a realização de inventários de emissões de gases de efeito estufa. A previsão é que, até novembro, as recomendações técnicas estejam prontas e sigam para apreciação do Comitê Gestor do Grupo Executivo sobre Mudança do Clima (GEx).
Atualmente, existem diversas iniciativas e legislações voltadas para as mudanças climáticas nos âmbitos estaduais e municipais. Os estados do Sudeste se encontram em estágio avançado nos mecanismos de MRV. O desafio é harmonizar os sistemas e as políticas dessa área, nivelando conhecimentos sobre o que um sistema como esse pode ajudar a implementar as políticas de mudanças climáticas.
O efeito estufa é um processo que ocorre quando uma parte da radiação infravermelha emitida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Como consequência disso, o calor fica retido, não sendo libertado para o espaço. O efeito estufa dentro de uma determinada faixa é de vital importância pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir. Serve para manter o planeta aquecido, e assim, garantir a manutenção da vida.

Fonte: AMBENTE BRASIL (por newsletter!)