quinta-feira, 13 de junho de 2013

Carne de porco

A carne de porco já foi híper considerada a vilã das carnes. Até na Bíblia seu consumo era proibido, pelo menos no Antigo Testamento. Apesar de no texto sagrado as alegações serem místicas, o real motivo era a quantidade de doenças que esse alimento poderia passar. De rejeitada a carne suína hoje é uma boa opção de carne vermelha. Apesar da cor clara, ela entra nessa categoria por causa da concentração de hemoglobina, que mesmo sendo menor do que no tipo bovino, ainda é considerada alta.
Hoje sua fonte passa por rigorosos processos de produção e higiene. Com o cruzamento genético, associado a esse controle sanitário, ela ganhou seu lugar de destaque no grupo das proteínas. Isso foi possível graças à nova alimentação dos suínos, que mudou para melhor. Eles anteriormente eram alimentados com restos de comida e criados em chiqueiros mal cuidados e enlameados. Agora crescem em ambientes apropriados e higienizados e recebem ração equilibrada, com quantidades adequadas de macronutrientes. Em certas marcas até há a presença de antioxidantes e sequestradores de toxinas.
Religiosos ou não, muitos ainda acreditam que a carne suína é ofensiva a saúde: é “carregada”! Pena que esse estigma de inimiga da saúde ainda continue. Muitos ainda creem que ela é rica em gorduras e colesterol, mas isso definitivamente não é verdade, desde que se saiba escolher os cortes mais saudáveis e se capriche no modo de preparo. O lombo de porco, por exemplo, apresenta menos quantidade de colesterol que o filé de frango.
Lembre-se: Para garantir tudo isso, é preciso verificar sempre a procedência do alimento, inclusive o carimbo da vigilância sanitária.

Fonte: MINHA VIDA (por e-mail!