quinta-feira, 28 de março de 2013

Tratamento do ronco

O ronco é um distúrbio de saúde e do sono de natureza crônica que além de incomodar pode trazer sérias complicações de saúde. As pessoas que roncam demais buscam saída em médicos otorrinolaringologistas, quando, na maioria dos casos, a solução está na visita a um dentista. Esse desconhecimento é comum, pois a Odontologia do Sono ainda não é tão disseminada nos pacientes que sofrem de ronco. O dentista do sono é o especialista mais indicado para solucionar o ronco.
Por incrível que possa parecer o ronco pode ser tratado com um aparelho oral. Próteses ou aparelhos nos dentes feitos especificamente para o paciente com distúrbios do sono, são métodos altamente eficazes para eliminar o problema. A placa ou aparelho intra-oral é um ótimo tratamento para o ronco quando bem realizado e bem acompanhado pelo especialista. O aparelho oral é confeccionado de acordo com o tipo de arcada dental de cada indivíduo.
Existem vários tipos de aparelhos, escolhidos após uma avaliação das condições orais e faciais que incluem um exame odontológico completo da boca, dos dentes e gengivas, dos músculos da face e da mastigação e articulação da mandíbula - a ATM. O aparelho mudará o relaxamento dos músculos da garganta e manterá as vias aéreas abertas para a passagem do ar. O ar vai passar por uma garganta ou via aérea mais aberta, livre da resistência provocada pelo relaxamento dos músculos aumentados nos indivíduos com ronco e apneia do sono.
Fonte: MINHA VIDA (por e-mail!

A lenda da Escadaria de Loretto

Era uma vez um povoado localizado em Santa Fé, no Novo México, Estados Unidos. Lá, uma coisa milagrosa aconteceu! Ao concluir a construção de uma capela, em 1878, as irmãs perceberam que não havia como chegar ao coro, o pavimento superior. Elas promoveram uma novena para São José, o carpinteiro pai adotivo de Jesus Cristo, pedindo ajuda para resolver o problema.
No nono dia um desconhecido bateu à porta da capela. Disse que era carpinteiro e que poderia dar conta da tarefa. O homem exigiu que teria que ficar sozinho na capela e as irmãs aceitam sem questionar. E sem ajuda de ninguém, começou a construir a escada que é considerada um prodígio de carpintaria: ninguém sabe como ela ficou de pé. Com o quê? Nada! Ele só tinha suas ferramentas. Depois de um tempo, as irmãs foram averiguar e havia uma belíssima escada em hélice. Mas o homem sumira, desvanecera! Depois, viram que a escada não tinha pregos nem cola, além de não possuir nenhuma forma de sustentação, sem eixo central nem nada. A escada estava de pé por milagre!
Quem poderia ser o homem que construiu aquela maravilha? Mesmo a madeira usada na sua construção é desconhecida na região. Só mesmo um carpinteiro muito especial poderia fazer aquilo: SÃO JOSÉ! Sim, o pai adotivo de Jesus esteve na pequena e humilde capela e proveu-a de um belíssimo milagre, mostrando o poder e supremacia do Senhor!
Pare ler os argumentos contrários à afirmação da lenda leia


 

Fogão a lenha

Os fogões a lenha construídos em alvenaria são uma tradição brasileira, especialmente no interior paulista, mineiro e nordestino. A lenha é colocada sob uma chapa de metal instalada em seu topo com bocais para encaixe das panelas e contato com o fogo, a trempe, apoiada em duas pequenas parede laterais. Sob a trempe queima a lenha colocada por uma extremidade e na outra sai a chaminé de 4” de diâmetro, levando a fumaça para atmosfera, acima do telhado com um “chapéu” na extremidade para não entrar água de chuva. Muitos desses fogões também têm instalado um forno sob o espaço de queima de lenha para os assados, pães, bolos etc.
A fuligem levada pela fumaça adere às parede da chaminé e com o tempo pode chegar a entupir ou dificultar a passagem da fumaça por estreitamento da seção. Quando isso começa a acontecer é hora de limpar a chaminé. Se ela é longa usa-se uma vara comprida ou uma corda com um peso amarado na ponta para empurrar os detritos pra baixo que são recolhidos no espaço da trempe. Estes detritos, uma espécie de pó negro, é chamado de pucumã!
O fogão a lenha primitivo, criado pelos índios Timbiras e Tupis-Guaranis, era chamado de Tucuruba. O fogo era feito em um buraco construído diretamente no chão, protegido por algumas pedras. Sobre essas pedras se assentavam as vasilhas de barro e cerâmica. Com o passar do tempo, esse fogão foi sendo modificado e passou também a ganhar espaço nas cozinhas das casas dos bandeirantes.
Com o tempo, fogão a lenha caiu em desuso, sendo substituído pela praticidade proporcionada pelos fogões e fornos a gás, ficando seu uso mais restrito às áreas rurais, onde a lenha é mais fácil de conseguir. Apesar desse declínio nas áreas urbanas, ainda são muito comuns nas áreas rurais e nas habitações sofisticadas construídas para o lazer, como chácaras e ranchos devido, sobretudo, pelo sabor singular que deixa no alimento preparado com fogo de lenha.


Momento lírico 154


A FILA ANDA
(Karl Fern)

Das escolhas do coração
Muitas são mal sucedidas
Deixam profundas feridas
Causam grande decepção
Sofrimento e indignação
Por serem mal escolhidas.

Causam chagas doloridas
Doses de arrependimentos
Desesperanças e desalentos
Com reações descabidas
Mas tudo nas nossas vidas
São sucessões de momentos.

Felicidades e tormentos
Chegam assim de repente
Se nosso íntimo pressente
Fatais desentendimentos
Esqueça arrependimentos
Solte o coração novamente.

Na vida a verdade silente
Todos queremos carinho
E se erramos um caminho
Andemos noutra corrente
Ninguém veio pra semente
Tampouco pra viver sozinho.