segunda-feira, 25 de março de 2013

Vitamina D

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A vitamina D é uma poderosa substância, fundamental para a saúde humana, produzida no próprio corpo, desde que haja as condições naturais para isso e sem neces-sidade de prescrição médica! Ela é produzida quando a luz solar natural atinge a pele como resposta à exposição e radiação ultravioleta.
A exposição à luz solar é a única maneira confiável para que o corpo tenha vitamina D. Mas é importantíssimo saber que os raios de luz solar natural que geram essa vitamina a partir da pele não atravessam o vidro e, por isto, seu organismo não produz vitamina D quando você estiver dentro de um carro, escritório ou em casa.
Mesmo filtros solares fracos (FPS = 8) bloqueiam em 95% a capacidade do seu corpo de gerar vitamina D. É por isto que o uso constante de protetores solares provocam deficiência crítica de vitamina D. Isso é importante, pois atualmente existe uma febre comercial de propagandas “suspeitas” para as vantagens do uso de protetores solares!
A vitamina D evita a depressão, osteoporose, câncer da próstata, câncer da mama e, até mesmo efeitos do diabetes e obesidade. A maioria das pessoas não sabe destes fatos verdadeiros sobre a vitamina D. Essa vitamina é “ativada” pelos rins e fígado, antes de ser usada pelo organismo e, por isto, doenças renais ou hepáticas podem prejudicar muito a ativação da vitamina D circulante.
Níveis suficientes de vitamina D são essenciais para a absorção de cálcio nos intestinos. Sem vitamina D suficiente, o corpo não pode absorver o cálcio, tornando os su-plementos de cálcio inúteis. Por outro lado, também a deficiência crônica de vitamina D não pode ser revertida rapidamente. São necessários meses de suplementação de vitamina D e de exposição à luz solar para “reconstruir” os ossos e o sistema nervoso. Seria necessária a ingestão diária de dez copos grandes de leite enriquecido com vitamina D para obter os níveis mínimos necessários de vitamina D.
Fonte: G1 e outros

Chocolates x Páscoa x Dieta

O consumo de chocolate estimula a produção de serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem estar, ajudando a controlar a ansiedade e depressão. Além disso, por ser fonte de carboidratos, aumenta a disposição e energia para realizar as atividades do dia-a-dia. Isso não significa  que o chocolate pode ser consumido à vontade, por isso, moderação é a palavre chave! Deve-se lembrar que tudo que se come em excesso pode se tornar um vilão para a dieta.
O chocolate pode ser um aliado a sua saúde, pois tem muitos benefícios, mas moderação é o segredo do emagrecimento natural e efetivo. Com a aproximação da Páscoa muitas pessoas preocupam-se com a dieta pelo costume do consumo de chocolate nesse período. Mas as alternativas entre os tipos de chocolate permitem escolher o que melhor se adequa a condição do consumidor individualmente.
As principais diferenças entre os tipos de chocolates são:                    
Amargo - Preparado com pasta de cacau e com pouco açúcar, pode conter leite ou não, tem ação antioxidante colaborando para a saúde do coração.
Meio Amargo - Apresenta maior quantidade de açúcar em relação ao chocolate amargo.
Ao leite - Contém açúcar, leite, leite em pó ou leite condensado. Engorda mais que a versão amarga e é contraindicado para quem sofre de intolerância a lactose.
Branco - Produzido a partir da manteiga de cacau, tendo mais gorduras e mais açúcar e leite, é o que mais engorda dos chocolates.
Sem açúcar, light ou diet - Sem açúcar e apropriados para ser consumido por diabéticos, porém deve ser evitado por quem quer perder peso, porém o acréscimo de gorduras, em algumas vezes pode engordar ainda mais que a versão tradicional.
Chocolate a base de soja - Não contendo lactose, proteína do leite e glúten, são especialmente indicados para portadores de doença celíaca e para em casos de intolerância a lactose. Se sem açúcar também podem ser consumidos por diabéticos. Engorda menos que o ao leite e o diet.
Chocolate com avelã, nozes, amêndoas ou castanhas - Essas oleaginosas são fontes de vitaminas e minerais como selênio, vitamina E, manganês e magnésio, têm ação anti-inflamatória, fundamentais para reduzir a pressão arterial, os níveis de colesterol ruim (LDL) e triglicérides, consequentemente prevenindo o risco de doenças cardiovasculares. Apesar de benéficos à saúde, são mais calóricos e por isso não devem ser consumidos por quem estiver de dieta.
Chocolate crocante - Ricos em gorduras insaturadas e vitamina E, a castanha e o amendoim ajudam a controlar o apetite, além de serem boas fontes de fibras, o que aumenta a saciedade. Pode ser do tipo amargo, ao leite ou branco e conterem açúcar e gorduras devem ter o consumo controlado por pessoas diabéticos,  intolerantes à lactose ou em regime de emagrecimento.
Trufas - Como contém creme de leite, quaisquer um desses tipos possuem alto teor de gordura, são menos nutritivos, engordam mais e não devem ser consumidos em casos de intolerância a lactose.
Por último, os nutricionistas falam que o melhor momento para consumir o chocolate é pela manhã ou à tarde. Alguns estudos ainda apontam que consumir  um pedaço pequeno de chocolate amargo (70% cacau) pela manhã ajuda a reduzir a vontade por doce a tarde e também controla a ansiedade.
Entendendo melhor os tipos de chocolates e os seus ingredientes é possível consumir esse alimento sem prejudicar seu emagrecimento. Por isso, escolha sua opção e aproveite com moderação!
Fonte: Dieta e Saúde - Publicado em 13/03/2013 (via e-mail)