quarta-feira, 13 de março de 2013

A dupla gêmea!


A história do milho

O milho (Zea mays), também chamado abati, auati e avati, é um conhecido cereal, culti-vado em grande parte do mundo e extensivamente utilizado como alimento humano ou ração animal, devido às suas qualidades nutricionais. É um dos alimentos mais nutritivos que existem, contendo quase todos os aminoácidos conhecidos, sendo exceções a lisina e o triptofano.
Os primeiros registros do cultivo do milho datam de 7.300 anos atrás, tendo sido encontra-dos em pequenas ilhas próximas ao litoral do México, no Golfo do México. Vestígios arqueológicos de milho encontradas na caverna Guila Naquitz no Vale de Oaxaca datam cerca de 6.250 anos atrás, os mais antigos restos em cavernas de Tehuacan, Puebla são de cerca de 5.450 anos atrás.
Começando por volta de 2.500 antes de Cristo, O cultivo de milho começou por volta de 2.500 antes de Cristo e se espalhar fora da Mesoamérica para outras partes do Novo Mundo e tornou-se o alimento básica de várias civilizações importantes ao longo dos séculos. Os Olmecas, Maias, Astecas e Incas reverenciavam o cereal na arte e religião.
Com as grandes navegações do século XVI e o início do processo de colonização da América, a cultura do milho se expandiu para outras partes do mundo e hoje é cultivado e consumido em todos os continentes. Sua produção só perde para a do trigo e do arroz.
No final da década de 1950, por causa de uma grande campanha em favor do trigo, por pu-ro interesse comercial, o cereal perdeu espaço na mesa brasileira. Atualmente, embora o nível de consumo do milho no Brasil venha crescendo, ainda está longe de ser comparado a países como o México e aos da região do Caribe.
Atualmente O maior produtor mundial são os Estados Unidos. No Brasil, que também é um grande produtor e exportador, o Paraná é o maior estado produtor, com cerca de 27 por cento da produção nacional, seguido de Mato Grosso.
Em 2009 a produção mundial foi 817 milhões de toneladas. Mais que arroz (678 milhões de toneladas) e trigo (682 milhões de toneladas), com 332 milhões de toneladas produzidas anu-almente somente nos Estados Unidos.
Atualmente, somente cerca de cinco por cento da produção brasileira se destina ao consumo humano e, mesmo assim, de maneira indireta na composição de outros produtos. Isto se deve principalmente à falta de informação sobre o milho e à ausência de uma maior divulgação de suas qualidades nutricionais, bem como aos hábitos alimentares da população brasileira, que privilegia outros grãos.
Fonte principal: WIKIPÉDIA

Disfunção erétil X Risco cardíaco

Um estudo pioneiro em relacionar os dois problemas de saúde, disfunção erétil com risco cardíaco, foi publicado na revista especializada PLoS Medicine.
Embora os problemas de ereção sejam extremamente preocupantes para o público masculino, especialistas afirmam que os homens levam de três a cinco anos para buscar ajuda, porém essa história está para mudar. Pesquisadores australianos descobriram que a disfunção erétil pode ter relação com doenças cardiovasculares e morte prematura. Esta é a primeira pesquisa a investigar a relação entre os problemas.
Foram examinados registros de 95 mil homens com idade mínima de 45 anos. Todos res-ponderam questionários sobre sua saúde e o estilo de vida que levavam. Além disso, os participantes foram acompanhados pelos especialistas por três anos. Durante o período, 7.855 homens foram internados e 2.304 morreram.
Os resultados mostraram que todo homem que sofre de impotência leve, moderada ou grave deve não só consultar um especialista para tratar o problema evidente como também deve insistir para que o médico faça um check-up cardíaco. Os casos mais preocupantes de ereção estão ligados a um risco aumentado de problemas cardiovasculares e morte prematura.
Fonte: MINHA VIDA (por e-mail!