quinta-feira, 7 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher

Celebrado em 8 de março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.
Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária. Nos países ocidentais, a data foi esquecida logo após a Primeira Guerra Mundial e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, de evocar o espírito das operárias grevistas de 1917 e adquiriu um caráter festivo e comercial.
Em 1975, foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em dezembro de 1977, o 8 de março foi adotado pelas Nações Unidas, como o Dia Internacional da Mulher para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres.


Opinião: Justiça!

No Brasil criou-se um comportamento muito bem manipulado de que o leigo não pode discordar de uma lei por não entender do assunto. Até do Ministro STF Marco Aurélio Mendes de Faria Mello já ouvi tamanho disparate. Ora! É justamente o contrário. O leigo é que pode questionar uma lei, pois é ele que sofre seus rigores e sabe muito bem quando se sente injustiçado!
O advogado, o jurista, o juiz e assemelhados usam a lei para manipular de acordo com seu gosto. Um advogado usa a mesma lei para defender ou acusar seu cliente de acordo com suas intenções e do seu papel no julgamento. Isso não é justiça e sim profissão!
O próprio leigo conforma-se muitas vezes dizendo “Escapou da justiça dos homens, mas não da justiça de Deus!” Não! Não deve ser assim! Justiça é justiça! E a justiça dos homens tem de ser justa e não conveniente ou até para salvar a pele de quem tem dinheiro.
Por exemplo, é justo um filho de um criminoso pode até ganhar 1,5 um salário mínimo enquanto um trabalhador rala de sol a sol pra ganhar um para sustentar toda sua família. Ainda é justo que os filhos de uma vítima ou órfãos da vítima de um criminoso não receba a proteção da lei? Não, não é! E eu não quero nem saber quem inventou essa famigerada lei e quando ela foi aprovada!
Um trabalhador pode ser morto para lhe tomarem alguns trocados que tem no bolso, mas se o criminoso tiver filhos pode ganhar mais do que um professor! Enquanto isso os filhos daquela vítima podem morrer de fome ou até não irem para a escola porque lá não tem merenda escolar!
A lei tem de ser justa e sentida pelo leigo como justa e não para agradar ou ser manipulada por juristas que se arvoram de que só eles precisam entender. Justiça é justiça e todos sabem o que é justiça! Eu sou leigo e estou falando como leigo e quero continuar leigo, mas lutando contra as injustiças! Os grandes entendedores podem falar o que quiserem, mas não vou mudar!