domingo, 10 de fevereiro de 2013

Vaidade masculina: saúde dos pés

Uma das "dorzinhas" que parecem insignificantes, mas que incomodam demais é a provocada por alguma unha do pé encravada. É sabido que nós homens temos a mania de sair picotando a unha de qualquer jeito, pelo menos enquanto a idade permite a gente “empenar a espinha” e “dobrar as juntas” suficientemente. Depois, reclamam que os dedos doem, que não dá para calçar o sapato e por aí vai.
Os erros mais comuns dessa traquinagem são deixar as unhas arredondadas, tirar fora os cantos, formando buracos que voltam a perturbar quando a unha começa a crescer novamente, e deixar restos de pele que atrapalham o crescimento da unha. Os cantos precisam ser desencravados, ou seja, sair da carne. Quando isso não acontece, vai-se sofrer os incômodos que, às vezes, chegam a criar pus e inchaço nos pés, além de impedirem um andar firme.
Para evitar tudo isso, a dica dos fisioterapeutas é simples: ir a um podólogo uma vez por mês. Esse profissional sabe como acabar com a unha encravada, retirar os calos causados pelos calçados e fazer massagens necessárias pra aliviar as tensões e ativar a circulação. E se você tiver tendência ao problema, também evite os sapatos com o bico fino que apertam um dedo contra o outro. Os calçados desconfortáveis agravam a situação.
Recomenda-se usar meias de fibras, por exemplo, de algodão, pois elas absorvem bem o suor e permitem que sua pele respire na medida do possível. Por falar em meias use o mesmo par de meias apenas uma vez, dando preferência a peças de algodão. Se não tem chulé, saiba que o reuso das meias sem lavar é o caminho que se precisa para adquiri-lo e não vai demorar muito. Aliás, recomenda-se não usar o mesmo par de meias por mais de seis horas seguidas em ambientes onde o usuário estiver sujeito a transpiração. Após o banho seque bem a região entre os dedos após e, assim, você evita o chulé e o agravamento de micoses.
Fonte: MINHA VIDA (http://www.minhavida.com.br/)


Relógio de sol

Os primeiros relógios de sol foram usados séculos antes de Cristo e eram simples hastes fincadas no chão e parecem ter sua origem na China. Ele marcava as horas por meio da sombra formada quando a luz solar incidindo sobre uma haste e projetada sobre uma escala desenhada no piso plano.
Para funcionar corretamente, ele precisa estar perfeitamente orientado segundo os pontos cardeais. Ao longo do ano, a hora solar terá uma pequena variação em relação à hora marcada nos relógios convencionais porque o movimento da Terra em torno do Sol não é uniforme.
O relógio de sol foi muito usado pelos gregos e romanos antigos, e seu ápice foi durante a Idade Média. Naquela época, quase todas as catedrais e igrejas tinham um relógio de sol para regular o momento das orações. Com o surgimento dos primeiros relógios mecânicos, os relógios solares começaram a cair em desuso. Hoje, eles praticamente só são vistos enfeitando praças e museus.


Momento lírico 134

TAL QUAL
(Karl Fern)

Paixão é tal qual réstias espectrais
Dos lustres pênseis bem iluminados
Em áureas correntes dependurados
Balouçando nos tetos das catedrais
Os quais com seus portes magistrais
Lançando reflexos multiofuscantes
Emitem tons luminosos e brilhantes
Mas se das alturas são despencados
No chão serão só cacos estilhaçados
Inúteis fragmentos feios e cortantes.

É do carma misticista das afeições
Nada será imortal ou permanente
Floresce e pode acabar de repente
Como o sopro da brisa nos sertões
Castelos iluminados sofrem apagões
Até um roseiral antes deslumbrante
Esvaece o viço no murchar galopante
Transmutando um império de sonhos
Em campos desérticos e medonhos
E cascatas de lamentos suplicantes.

Sobre as cinzas de uma forte paixão
Rolam lágrimas sofridas inutilmente
Perdidas como uma estrela cadente
Semeando agruras de dor e solidão
Plantando mágoas no doído coração
Soprando vendavais de idas ilusões
Ondeando sobre oceanos de aflições
Ainda bem que o tempo cura feridas
E para preservarmos nossas vidas
Veremos alvorecer novas emoções!