quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Humor: O "causo" do casamento e a alavanca!

Antigamente a população era bem menor e consequentemente os casamentos menos numerosos. Também os costumes eram mais rigorosos e esses enlaces mais bem programados! E se o casamento era em um sítio, então a festa era grandiosa. Convidava-se, além dos parentes, toda a vizinhança e amigos e realizava-se uma verdadeira festança de comes e bebes e mais um grandioso arrasta-pé!  Matavam-se animais de criação e várias galinhas, contratava-se um sanfoneiro e seus percussionistas e fazia-se um grande forró pra virar a noite. Alguns privilegiados ainda tinham o convite para dançar uma parte com a noiva, caso o noivo não fosse muito ciumento! O forró começava a boca da noite e de acordo com a disposição do tocador, podia amanhecer o dia. Não que o casal ficasse até o fim, mas ficavam por ali, dançando e recebendo cumprimentos, até que o “cansaço” vencia os pombinhos e eles aproveitavam pra saírem mais cedo, deixando o resto dos convidados na festança!
Contaram-me que foi mais ou menos assim a festa do casamento de Zé Tomé e Estefânia. E lá pela meia noite. Resolveram deixar a festa pra irem pra casa e começarem a festa particular deles. Os dois saíram pelo terreiro pra montar no cavalo e irem pra nova morada e, naquele escuro, Estefânia pisou em algo que não deu pra identificar. Então falou inocentemente para o noivo:
Zé! Eu pisei num negócio mole!
E aí o noivo imaginando até que ela tinha pisada numa bosta de gado, acendeu um fósforo pra ver a desgraça e viu uma alavanca grande de ferro estendida no chão. Havia acontecido foi que a noiva, no escuro, pisara na alavanca cilíndrica e ela rolara alguns centímetros sob seu sapato. Mas o noivo não interpretou bem assim, engrossou e falou brabo:
Você quer me encabular, Estefânia?  – e antes que ela perguntasse por que, ele continuou – Você quer dizer o que, se acha que essa lavanca de ferro é mole?...

Socorram nossos mananciais!

Faz-se necessária a criação de um programa de recuperação sanitária dos nossos mananciais, pois de nada adiantará o controle cadastral dos mesmos sem um trabalho de saneamento das bacias hidrográficas.
Todos sabemos que devido o descaso com o tratamento de esgotos e do lixo produzido nas comunidades urbanas, como também o depósito ao ar livre dos rejeitos de extrações minerais etc, tem feito com que a poluição generalizada provoque a contínua degeneração da qualidade da água acumulada nos nossos reser­vatórios.
É do conhecimento geral que embora os açudes sangrem normalmente, acumulando água para dois três anos posteriores, com alguns meses de verão suas águas tornam-se inadequadas para o consumo potável. Tornam-se “grossa”, como diz o sertanejo, exatamente por causa da poluição irresponsável e da exploração imobiliária de suas margens, pela falta de autoridade do poder público pra coibir as agressões ambientais cometidas pelos proprietários de terrenos das margens e moradores das vizinhanças!
Portanto as prefeituras têm uma grande responsabilidade sobre a saúde de seus munícipes e deve unir secretarias com câmaras municipais no sentido de desenvolver estudos e criar projetos para atrair recursos oficiais e até privados, para a manutenção saudável dos nossos mananciais. Uma providência fundamental para proteção do ambiente e como medida de saúde preventiva!
Pelo bem dos jardinenses, NÃO DEIXEM O AÇUDE DO RIACHO DO MEIO MORRER TAMBÉM!

Açude da Comissão


Conta a história que durante a violenta seca de 1977, Dom Pedro II (1825-1891) recebeu a visita do político jardinense Coronel José Thomaz D’Aquino Pereira (1839-1912), paraibano de nascimento e ex-intendente do município (1862-1868), que pediu a ajuda ao imperador para construção de um reservatório na cidade para amenizar os efeitos da seca que castigava os seridoenses. Foi atendido com uma verba (comissão!) e o açude na época foi construído com muito esforço e trabalho no chamado lombo de jumento. O açude foi concluído ainda na época do Império, no ano de 1886, e o nome Comissão partiu exatamente daquela verba.
Portanto o açude da Comissão é um marco histórico na existência de Jardim do Seridó. No entanto, encontra-se esquecido pelo poder público a muito tempo. Seria muito importante o tombamento deste verdadeiro monumento da história de Jardim do Seridó, uma história já muito desrespeitada por aqueles que justamente deveriam zelar por este patrimônio cultural. Urge a sua urbanização, transformando-o em uma área de lazer e a construção de, pelo menos, uma pista de caminhada para pedestres contornando sua bacia hidráulica!  
O matagal é uma vergonha e o lamaçal é um caso de saúde pública, principalmente para os que moram nas proximidades. Só a construção da rede coletora de esgotos, com a implantação de interceptores de esgotos sanitários em torno de sua bacia hidráulica, resolveria o problema do mau cheiro e das doenças que podem estar vindo de suas águas. E só eliminando o capinzal de suas margens é que vamos acabar com a proliferação de mosquitos que atormenta as pessoas da vizinhança. Também faz-se necessária a limpeza e a canalização das águas de sangria e, certamente, teremos o ar, temperatura e paisagem mais saudáveis e confortáveis.


Foto superior: Edvaldo Alves (via facebook)

Apresentação do currículo

Tenha sempre em mente na elaboração de seu currículo que ele será sua carta de recomendações feita por você mesmo! É a apresentação pessoal de sua competência, grau de confiança e objetividade profissional. É sua primeira impressão perante o contratante e geração das primeiras expectativas sobre alguém que normalmente nunca viu antes e do qual espera a prestação e serviço profissional e bem feito.
Esse documento tem que demonstrar que o candidato está preparado para o mercado de trabalho. Particularmente, nos dias de hoje, uma versão em inglês bem escrito aumenta as chances de convocação para entrevistas de emprego em empresas que exigem o domínio do idioma. Mas é essencial que só o apresente assim se você realmente domina esse idioma com fluência. O currículo em inglês deve ser atraente e objetivo, como o original, mas deve também conter os temos adequados e compatíveis com a língua bretã e não uma simples tradução literal.
Antes de tudo, qualquer currículo deve obedecer algumas regras básicas, independentemente do idioma, para que o pretendente não passe por constrangimentos: inserir informações  essencialmente verdadeiras, ter um máximo de duas folhas e ser escrito com fontes comuns, como Times New Roman, Tahoma, Verdana ou Arial, tamanho 12. O candidato deve ter em mente seu currículo vai ser apreciado por apenas alguns segundos. Portanto deve ter o objetivo de atrair o analista tanto em aparência como em volume. Por isso, é importante que ele seja sucinto e ao mesmo tempo atraente.