segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Tabagismo

Estudos recentes apontam que embora as pessoas estejam vivendo mais, a qualidade de vida decaiu. O principal motivo para esse quadro é a adoção de hábitos pouco saudáveis ao longo da vida e a convivência com doenças na velhice, principalmente as crônicas. Tem-se observado que todos os fatores de riscos podem ser controlados ou evitados com medidas simples e, por isso, cada vez mais, órgãos e profissionais de saúde têm trabalhado para acabar com a mentalidade de que médicos só devem ser procurados ao sinal de problemas. Para reduzir os gastos e melhorar a qualidade de vida da população, nada melhor do que prevenção.
Entre os 10 maiores fatores de risco para doenças está o tabagismo. Segundo os pneumologistas é normal as pessoas associarem o tabagismo apenas ao câncer de pulmão, mas esta não é a única consequência decorrente do hábito de fumar. Câncer de boca, câncer de bexiga, câncer de útero, infarto, bronquite, AVC e inúmeras outras doenças estão ligadas ao cigarro. Assim, quanto antes o hábito for interrompido, maior a chance de melhorar a qualidade de vida. Vale lembrar ainda que os benefícios do abandono do vício não são refletidos somente no futuro. É possível notar a melhora do gosto dos alimentos e uma maior resistência respiratória logo nos primeiros dias sem cigarro.

Contra bolsas&cotas - 01

                   Fonte: FACEBOOK

Momento lírico 122


COMO É LINDO!
(Karl Fern)

Como é lindo o seu sorriso
Quando vem me encontrar
Louquinha pra me apertar
Cativante e no improviso
É tudo que mais preciso
Pra meu corpo confortar.

Como é lindo o seu olhar
Com esse brilho de paixão
Repleto de pura afeição
Pra minha alma chocalhar
O meu íntimo se orvalhar
Esvaindo-me em emoção.

Como é lindo o seu abraço
Cingindo-me com alegria
Estimulando minha ousadia
Envolvendo sem cansaço
Perfumando todo o espaço
Com avassaladora energia.

Como é lindo o seu beijar
Sublime e deliciosa loucura
Casta, maravilhosa e pura
Que me leva a planejar
A todo momento ensejar
Nunca perder essa ventura.

Como é lindo ouvir de você
Jurando que muito me ama
Ouvindo quando me chama
Pra me dizer o seu porquê
De como se sente a mercê
Desse amor que te inflama.

Como é lindo sentir o cheiro
Quando toco seus cabelos
Cuidados com tantos zelos
Sua nuca o cantinho primeiro
Onde chego suave e certeiro
Pra prosseguir meus apelos.

Como é lindo ver os segredos
Escondidos neste corpinho
Toca-los com máximo carinho
Despi-los de todos os medos
Realçar como belos enredos
Até o mais nobre cantinho.

Como é lindo ver sua figura
Meu corpo o seu pedindo
Sentir  sempre lhe atraindo
Como uma mimosa pintura
Preciosa e perfeita gravura
Ser feliz assim, COMO É LINDO!

Dilma e a transposição


Em seu pronunciamento de final de ano, a presidenta Dilma Rousseff não disse uma palavra sequer sobre a transposição do São Francisco. Ela não tem o menor apreço por esta obra redentora e sua prioridade é queimar milhões em estádios de futebol para a próxima Copa do Mundo e no projeto olímpico. Afinal ela herdou de seu antecessor a vaidade de aparecer aos olhos do mundo e aí estão duas ótimas oportunidades para isso se realizar.
Dilma Rousseff, mineira de nascimento e gaúcha por adoção, não conhece a realidade do sertanejo nordestino. A insensibilidade da presidenta para com o sertanejo causa mais espanto quando se sabe que o Nordeste foi a região responsável pela sua maior votação para o cargo de Presidenta da República, pois é no Nordeste onde as esmolas distribuídas pelo governo federal faz a diferença.
E para garantir que o voto seja mantido sob cabresto, basta espalhar que seus adversários pretendem acabar com as bolsas-esmolas. Pronto, são milhões de votos amarrados e assegurados a essa benfeitoria dos miseráveis. No Brasil colonial, o pobre era escravizado pela chibata do senhor de engenho. Na República era escravizado pelo parabelum dos grandes fazendeiros. E na era moderna o pobre continua escravo, desta feita preso as amarras das bolsas do governo federal . O pobre brasileiro, em especial o sertanejo nordestino, continua escravo, só mudou o senhor: do fazendeiro para o governo federal.
Extraído do artigo de OCINO BATISTA (www.jornaldaparaiba.com.br/)

Agora, anos depois de iniciada, já devorou 3,5 bilhões de reais e necessita de mais 1,8 bilhões
em aditivos. As obras paralisadas, falta de manutenção e decomposição das já realizadas,
indenização sem critérios lógicos, prejuízos nas propriedades próximas por explosões
de dinamites, empregos temporários e problemas permanentes como ruptura dos
consórcios, exigências de novas licitações,... uma infinidade de problemas.