sábado, 5 de janeiro de 2013

Mitologia Grega


Presentes em todas as culturas, os mitos situam-se entre a Razão e a Fé, mas são considerados sagrados. Os principais tipos de mito referem-se à origem dos deuses, do mundo e ao fim das coisas. Nesse aspecto define-se mitologia como o conjunto dos mitos próprios de um povo, de uma civilização, de uma religião.
A mitologia grega, e por herança a romana, foi uma das mais fantásticas que um povo já produziu. O principal intuito deste fantasioso mundo mitológico era explicar fenômenos naturais, culturais ou religiosos que não tinham explicação natural e, assim, constituiu-se, por sua riqueza narrativa e conceitual, em uma das mais interessantes mitologias mundiais. 
Os vários deuses tinham sua própria identidade, tal como forma física, genealogia, interesses, personalidade e outros atributos peculiares de cada um. Em geral, apesar de quase humanos, eram seres eternos e praticamente imunes a doenças e feridas, capazes de alcançarem vários lugares quase que instantaneamente e de assumirem atitudes através de seres humanos sem o conhecimento destes.
Também os gregos antigos diziam que seus deuses tinham as mesmas paixões, defeitos e qualidades dos homens, por isso estavam sempre envolvidos em aventuras, características que definem o sentido da palavra mitologia, do ponto de vista da fabulosa história dos deuses, semideuses e heróis da Antiguidade greco-romana.
As divindades principais habitavam o Monte Olimpo e formavam a corte de ZEUS (Júpiter), o deus supremo. Além das muitas divindades secundárias, havia também os semideuses, deuses ilegítimos, filhos de deuses com mortais, que por isso dependiam dos deuses. Dentro desses conceitos religiosos bem diversificados, cabia uma verdadeira democracia de pensamentos, desde os materialistas até os que acreditavam no julgamento após a morte. Esta evolução ocorreu durante cerca de 25 séculos, desde o segundo milênio a. C., até o fechamento das escolas pagãs pelo imperador bizantino Justiniano (329).

Fonte SÓ BIOGRAFIAS (http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/)

Os Doze Apóstolos



Apóstolo é uma palavra derivada do grego que significa enviado. Inicialmente Jesus Cristo (6 a.C-27 d.C) escolheu doze apóstolos e depois os enviou para diversos lugares para pregarem a chegada da Boa Nova ou do Evangelho. Jesus também tinha para ajudá-lo em vida, além dos doze apóstolos, cerca de 70 discípulos, palavra derivada do latim que significa aluno. Nos seus doze homens, originalmente um era coletor de impostos, outro carpinteiro e vários outros eram viajantes ou pescadores que exerciam sua profissão nas águas da Galiléia. Quando foram chamados para servir, eles se dedicaram a ser testemunhas para o mundo daquele que os chamara. Abaixo segue o nome dos discípulos principais ou apóstolos escolhidos por Jesus há cerca de dois milênios:
- Simão (10 a. C.-67) chamado Pedro, o príncipe dos apóstolos;
- André (5 a. C.-50), o primeiro Pescador de Homens, irmão de Pedro;
- João (8-99), o apóstolo bem-amado;
- Tiago (5 a. C.-44), o Maior, irmão de João;
- Filipe(8 -95), o místico helenista;
- Bartolomeu (Século I), o viajante;
- Tomé (3-53), o ascético;
- Mateus ou Levi (0-50), o publicano;
- Tiago (0-62), o Menor;
- Judas Tadeu (10 a. C.-70), o apóstolo dos angustiados e primo de Jesus;
- Simão (13 a. C.-107), o Zelota ou o Cananeu;
- Judas Iscariotes (3 a.C.-27 d.C.), o traidor.
Após a traição de Iscariotes, Matias (5-45) foi escolhido pelos demais para ocupar seu lugar no colégio apostólico. Mais rigorosamente seria o 13º apóstolo. Outro famoso apóstolo, Paulo de Tarso (10-61) o apóstolo dos gentios, não foi testemunha ocular de Jesus Cristo, mas convertido através de visões do Jesus ressuscitado, tornou-se um dos mais ardentes apóstolos do cristianismo.
     A figura acima representa a Última Ceia e é uma reprodução da tela de Leonardo da Vinci (1452-1519) exposta no refeitório do Mosteiro da Nossa Senhora da Graça, em Milão, Itália. Da esquerda para a direita, segundo o autor, tem-se três a três: Bartolomeu, Tiago e André; Judas (mais a frente), Pedro e João; Cristo, ao Centro; Tomé, Tiago (o Jovem) e Filipe; Mateus, Tadeu e Simão.

Fonte SÓ BIOGRAFIAS (http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias /)