domingo, 31 de março de 2013

Múltiplos de 10

Veja os prefixos usados em palavras técnicas como 
Megabytes, Kilowatt , Milímetro, por exemplo, 
na seguinte formatação:
NOME (Símbolo) = fator de multiplicação
Yotta (Y) = 1024 = 1.000.000.000.000.000.000.000.000
Zetta (Z) = 1 021 = 1.000.000.000.000.000.000.000
Exa (E) = 1018 = 1.000.000.000.000.000.000
Peta (P) = 1015 = 1.000.000.000.000.000
Tera (T) = 1012 = 1.000.000.000.000
Giga (G) = 109 = 1.000.000.000
Mega (M) = 106 = 1.000.000
kilo (k) = 103 = 1.000
hecto (h) = 102 = 100
deca (da) = 101 = 10
uni = 100 = 1
deci d, 10-1 = 0,1
centi c, 10-2 = 0,01
mili m, 10-3 = 0,001
micro µ, 10-6 = 0, 000.0001
nano n, 10-9= 0,000.000.001
pico p, 10-12 = 0, 000.000.000.001
femto f, 10-15 = 0,000.000.000.000.001
atto a, 10-18 = 0,000.000.000.000.000.001
zepto z, 10-21 = 0,000.000.000.000.000.000.001
yocto y, 10-24 = 0,000.000.000.000.000.000.000.001.

Origem e significado dos prefixos:
penta deriva da palavra grega pente que significa cinco;
hexa deriva da palavra grega hexa que significa seis;
zepto e zetta derivam do latim septem que significa sete;
yocto e yotta derivam do latim octo que significa oito.
deca do grego déka que significa dez;
femto do dinamarquês femten que significa quinze;
atto do dinamarquês atten que significa dezoito;
hecto do grego ekatón que significa cem;
tera do grego téras que significa monstro;
giga do grego gígas que significa gigante;
mega do grego mégas que significa grande;
deci do latim decimu que significa décimo;
mili do latim millesimu que significa milésimo;
micro do grego mikrós que significa mínimo;
nano do grego nánnos que significa anão;
pico do italiano piccolo que significa pequeno;


sábado, 30 de março de 2013

Só sei que era assim... – 13

Quem é da minha idade lembra da mãe ou de uma engomadeira 
(ou lavadeira de roupas) usando um desses!

Alimentação: Antioxidantes

Os alimentos antioxidantes são aqueles que têm efeito potencial para evitar algumas doenças causadas pelo excesso de radicais livres, como males de origem cardiovascular, 
por exemplo. Fora isso, esses alimentos também estão relacionados 
com a prevenção do envelhecimento precoce.
Fonte: FACEBOOK (publicação do Prof. Adinalzir Pereira Lamego)


sexta-feira, 29 de março de 2013

Momento lírico 155

NEM TUDO!
(Karl Fern)

Na vida nem tudo são flores
E também não só espinhos
Areje seus próprios caminhos
Relegue nítidos dissabores
Pinte o céu em suaves cores
Abrace com mais carinhos.

Sorria com ilimitada alegria
Ame com máxima liberdade
Não seja escravo da vaidade
Sonhe o mundo em harmonia
Nunca esqueça a cortesia
Não despreze uma amizade.

Procure ser mais paciente
Pense na hora que rezar
Não despreze por desprezar
Ou pense ser autossuficiente
O mundo é de toda gente
E não é um grande bazar.

Respeite pra ser respeitado
Procure ser mais tolerante
Faça sua biografia marcante
Sinta-se por Deus abençoado
Contente-se com seu legado
Siga passo a passo adiante.

Ajude quem não pode dividir
Sem ser doador de esmola
Não faça da preguiça escola
Ensine a quem quer progredir
Anulando o que quer impedir
A saída de uma virtual gaiola.

Mantenha a vida com prazer
Sem pensar em ser um santo
Aproveitando todo encanto
Que o mundo pode trazer
Sem nunca ter que fazer
Carentes caírem em pranto!

29 de março: Fundação de Salvador-BA

Em 1536, chegou, à região, o primeiro dos donatários portugueses criados com a instituição do sistema das capitanias hereditárias, Francisco Pereira Coutinho (~1490-1547), que recebeu a capitania das mãos do rei português D. João III ( 1502-1557). Coutinho fundou o Arraial do Pereira, nas imediações onde hoje está a Ladeira da Barra. Esse arraial, doze anos depois, na época da fundação da cidade, foi chamado de Vila Velha.
Em 29 de março de 1549, pela Ponta do Padrão, chegou o primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa (~1500-1573), com sua comitiva de mais de mil pessoas, em seis embarcações: três naus, duas caravelas e um bergantim, com ordens do rei de Portugal de fundar uma cidade-fortaleza chamada do São Salvador. Nasceu assim a cidade hoje denominada de Salvador, fundada como São Salvador da Bahia de Todos os Santos, que foi capital do Brasil até 1763. Todos os donatários das capitanias hereditárias eram submetidos à autoridade do governador-geral do Brasil.
Hoje Salvador é a cidade-sede da Região Metropolitana de Salvador, popularmente conhecida como "Grande Salvador". A Grande Salvador compreende outros doze municípios na área metropolitana: Camaçari, Candeias, Dias d'Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Simões Filho e Vera Cruz. Com mais de 3 milhões e meio de habitantes, é terceira maior cidade brasileira, a sétima região metropolitana mais populosa do país e uma das 120 maiores do mundo.
Fonte principal: WIKIPÉDIA

As "quartinhas"

Quem nunca chegou com sede e bebeu água dormida de 
uma quartinha dessas, em um copo de alumínio e, 
de quebra, traçando no dente  um pedaço 
de rapadura, não sabe o gosto da
água mais deliciosa do mundo!

A data da Páscoa

A Páscoa, a festa da Ressurreição para a Cristandade, tem a sua data definida de maneira muito peculiar. Inicialmente era festejada em coincidência com a festa judaica sobre a fuga do Egito, o Pesach, pois esta era também o período da crucificação e ressurreição de Cristo. Por volta de meados do século II a Páscoa já era comemorada por muitos no domingo seguinte ao Pesach.
Foi no Primeiro Concílio de Nicea (325 d.C.), no exercício (314-335) do 33° papa, Silvestre I, que se estabeleceu que a data da Páscoa seria unificada em toda a Igreja. Para esta festa seria escolhido o que hoje em dia é o primeiro domingo após a primeira lua cheia da primavera no hemisfério norte (no hemisfério sul é outono). Se a lua cheia é exatamente no domingo, usa-se o domingo seguinte. Tal data foi solidificada por decreto do papa Gregório XII, em 1582.
Desta forma, a Páscoa só pode ocorrer entre os dias 22 de março e 25 de abril. Ela é usada para se calcular várias outras datas santas, como a Quarta-Feira de Cinzas (46 dias antes) e Pentecostes (sete semanas depois). É por isso que a Páscoa cai em dias diferentes a cada ano!
Vale lembrar que a lua cheia referida no cálculo eclesiástico não é a mesma observada pela moderna astronomia, mas a definida pelas tabelas eclesiásticas, extremamente antigas, que não levam em conta toda a complexidade do movimento lunar. Isto faz com que eventualmente a data astronômica não coincida com a religiosa.


quinta-feira, 28 de março de 2013

Tratamento do ronco

O ronco é um distúrbio de saúde e do sono de natureza crônica que além de incomodar pode trazer sérias complicações de saúde. As pessoas que roncam demais buscam saída em médicos otorrinolaringologistas, quando, na maioria dos casos, a solução está na visita a um dentista. Esse desconhecimento é comum, pois a Odontologia do Sono ainda não é tão disseminada nos pacientes que sofrem de ronco. O dentista do sono é o especialista mais indicado para solucionar o ronco.
Por incrível que possa parecer o ronco pode ser tratado com um aparelho oral. Próteses ou aparelhos nos dentes feitos especificamente para o paciente com distúrbios do sono, são métodos altamente eficazes para eliminar o problema. A placa ou aparelho intra-oral é um ótimo tratamento para o ronco quando bem realizado e bem acompanhado pelo especialista. O aparelho oral é confeccionado de acordo com o tipo de arcada dental de cada indivíduo.
Existem vários tipos de aparelhos, escolhidos após uma avaliação das condições orais e faciais que incluem um exame odontológico completo da boca, dos dentes e gengivas, dos músculos da face e da mastigação e articulação da mandíbula - a ATM. O aparelho mudará o relaxamento dos músculos da garganta e manterá as vias aéreas abertas para a passagem do ar. O ar vai passar por uma garganta ou via aérea mais aberta, livre da resistência provocada pelo relaxamento dos músculos aumentados nos indivíduos com ronco e apneia do sono.
Fonte: MINHA VIDA (por e-mail!

A lenda da Escadaria de Loretto

Era uma vez um povoado localizado em Santa Fé, no Novo México, Estados Unidos. Lá, uma coisa milagrosa aconteceu! Ao concluir a construção de uma capela, em 1878, as irmãs perceberam que não havia como chegar ao coro, o pavimento superior. Elas promoveram uma novena para São José, o carpinteiro pai adotivo de Jesus Cristo, pedindo ajuda para resolver o problema.
No nono dia um desconhecido bateu à porta da capela. Disse que era carpinteiro e que poderia dar conta da tarefa. O homem exigiu que teria que ficar sozinho na capela e as irmãs aceitam sem questionar. E sem ajuda de ninguém, começou a construir a escada que é considerada um prodígio de carpintaria: ninguém sabe como ela ficou de pé. Com o quê? Nada! Ele só tinha suas ferramentas. Depois de um tempo, as irmãs foram averiguar e havia uma belíssima escada em hélice. Mas o homem sumira, desvanecera! Depois, viram que a escada não tinha pregos nem cola, além de não possuir nenhuma forma de sustentação, sem eixo central nem nada. A escada estava de pé por milagre!
Quem poderia ser o homem que construiu aquela maravilha? Mesmo a madeira usada na sua construção é desconhecida na região. Só mesmo um carpinteiro muito especial poderia fazer aquilo: SÃO JOSÉ! Sim, o pai adotivo de Jesus esteve na pequena e humilde capela e proveu-a de um belíssimo milagre, mostrando o poder e supremacia do Senhor!
Pare ler os argumentos contrários à afirmação da lenda leia


 

Fogão a lenha

Os fogões a lenha construídos em alvenaria são uma tradição brasileira, especialmente no interior paulista, mineiro e nordestino. A lenha é colocada sob uma chapa de metal instalada em seu topo com bocais para encaixe das panelas e contato com o fogo, a trempe, apoiada em duas pequenas parede laterais. Sob a trempe queima a lenha colocada por uma extremidade e na outra sai a chaminé de 4” de diâmetro, levando a fumaça para atmosfera, acima do telhado com um “chapéu” na extremidade para não entrar água de chuva. Muitos desses fogões também têm instalado um forno sob o espaço de queima de lenha para os assados, pães, bolos etc.
A fuligem levada pela fumaça adere às parede da chaminé e com o tempo pode chegar a entupir ou dificultar a passagem da fumaça por estreitamento da seção. Quando isso começa a acontecer é hora de limpar a chaminé. Se ela é longa usa-se uma vara comprida ou uma corda com um peso amarado na ponta para empurrar os detritos pra baixo que são recolhidos no espaço da trempe. Estes detritos, uma espécie de pó negro, é chamado de pucumã!
O fogão a lenha primitivo, criado pelos índios Timbiras e Tupis-Guaranis, era chamado de Tucuruba. O fogo era feito em um buraco construído diretamente no chão, protegido por algumas pedras. Sobre essas pedras se assentavam as vasilhas de barro e cerâmica. Com o passar do tempo, esse fogão foi sendo modificado e passou também a ganhar espaço nas cozinhas das casas dos bandeirantes.
Com o tempo, fogão a lenha caiu em desuso, sendo substituído pela praticidade proporcionada pelos fogões e fornos a gás, ficando seu uso mais restrito às áreas rurais, onde a lenha é mais fácil de conseguir. Apesar desse declínio nas áreas urbanas, ainda são muito comuns nas áreas rurais e nas habitações sofisticadas construídas para o lazer, como chácaras e ranchos devido, sobretudo, pelo sabor singular que deixa no alimento preparado com fogo de lenha.


Momento lírico 154


A FILA ANDA
(Karl Fern)

Das escolhas do coração
Muitas são mal sucedidas
Deixam profundas feridas
Causam grande decepção
Sofrimento e indignação
Por serem mal escolhidas.

Causam chagas doloridas
Doses de arrependimentos
Desesperanças e desalentos
Com reações descabidas
Mas tudo nas nossas vidas
São sucessões de momentos.

Felicidades e tormentos
Chegam assim de repente
Se nosso íntimo pressente
Fatais desentendimentos
Esqueça arrependimentos
Solte o coração novamente.

Na vida a verdade silente
Todos queremos carinho
E se erramos um caminho
Andemos noutra corrente
Ninguém veio pra semente
Tampouco pra viver sozinho.



quarta-feira, 27 de março de 2013

Biografias de brasileiras - 20

Maria Pepa Delgado (1887 - 1945)
Atriz e intérprete brasileira nascida na cidade de Piracicaba, São Paulo, uma das cantoras pio-neiras que mais gravaram nas duas primeiras décadas do século XX. Era filha do toureiro espanhol Lourenço Delgado e de Ana Alves, paulista de Sorocaba.
Aos 15 anos, foi para o Rio de Janeiro com seu pai e logo se tornou atriz e cantora. Nesse mesmo ano (1902), gravou, com o cantor Mário Pinheiro, a música de Chiquinha Gonzaga, Corta Jaca, tendo os versos do ator Machado Careca. A revista musical Cá e Lá, da autoria de Tito Martins e B. de Gouvêa, estreou no Theatro Recreio (1904), obtendo muito sucesso. Obteve consagração popular com a música O Abacate (1904), com seus versos de duplo sentido.
Lançou e gravou muitas as músicas no ritmo maxixe, que alcançava, cada vez mais, o gosto popular, destacando-se, então, como exímia maxixeira. Entre as muitas peças feitas por ela, encontrava-se a burleta  Forrobodó (1912), de Luís Peixoto e Carlos Bittencourt, com música de Chiquinha Gonzaga, que foi encenada em cerca de um mil e quinhentas apresentações consecutivas, além de ser remontado incontáveis vezes nos anos seguintes.
Solicitou a Fred Figner, diretor da gravadora Casa Edison, que doasse seu terreno de Jacarepaguá para a construção do Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro. Casou-se (1920) com o oficial do Exército Almerindo Álvaro de Morais, também tesoureiro do Clube dos Democráticos e abandonou a carreira (1924), dedicando-se ao lar. No ano seguinte, nasceu seu único filho, Heitor. A família morou em vários lugares, inclusive no Encantado, onde ela ligou-se à irmandade da Igreja de São Pedro.
Gostava de festejar o São João, confeccionando roupas, licores, balões etc e morreu no Rio de Janeiro, vítima de hepatite (1945), aos 58 anos.
Fonte: SÓ BIOGRAFIAS (http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/)


terça-feira, 26 de março de 2013

Momento lírico 153

NORDESTINO
(Karl Fern)

Olha pra o céu desolado
Imagina que ver Jesus
Apontando pra sua cruz
Pra pagar cada pecado
E o nordestino sofrido
Crer tá sendo castigado
Pra quando for perdoado
Ser outra vez protegido.

A vil seca consume tudo
Da água até sua criação
É de abscindir o coração
Com férreo punhal agudo
E o nordestino acanhado
Ver seu mundo esvaindo
A fome tudo consumindo
Chacinando o resto do gado.

Sol vai queimando a terra
Tudo que a vista alcança
Nem um naco de esperança
Surge por trás da serra
E o nordestino faminto
Prossegue submisso da fé
No dia que Deus quiser
Acaba o aperto do cinto.

Se algum passarinho canta
Não é mais que um lamento
As fracas rajadas de vento
Nem as suas penas levanta
E o nordestino esmorece
E no derradeiro momento
Se ainda tem um alento
Enceta uma penosa prece.

O seu barreiro sem vida
Lama rachada no porão
Espinhas de peixes no chão
Semente de vida perdida
E o nordestino tão crente
Olha pra’quela sequidão
Quando passar a provação
Volta a chover novamente.

Se alguma caça ele avista
Trata logo de lhe pegar
A fome o obriga a matar
Qualquer bicho que exista
E o nordestino carente
Em meio a sua precisão
Um bicho é uma benção
Caída do céu de repente.

O céu entardece colorido
Vermelho-sangue e forte
Aquele vento do norte
Lhe deixa mais dolorido
E o nordestino profeta
Permanece desanimado
Mas por dentro consolado
Vontade divina é correta.

A noite no céu estrelado
Acha o Cruzeiro do Sul
Sombras na nebulosa azul
Pode dar bom resultado
E o nordestino acanhado
Pensa no mestre divino
Que vai mudar seu destino
Num ano novo molhado.

E quando pela madrugada
Fita o lado do nascente
O sol já nasce inclemente
Com uma barra minguada
E o nordestino se prepara
Pra mais um dia de luta
Pois quem tá vivo labuta
Nem que fazendo coivara.

Pois se o castigo acabar
E o ano que entra chover
A natureza virá reviver
O mundo todo melhorar
E o nordestino vai sorrir
Vai agradecer a bondade
Do Senhor da humanidade
E as desgraças vão sumir.

Passarada voltará a cantar
O mato de verde se cobrir
Flor do mandacaru se abrir
O sapo no barreiro coaxar
E o nordestino de verdade
Vendo uma rês escapando
No curral escaramuçando
Quase morre de felicidade.

E quanto mais a chuva vem
Mais ele agradece aos Céus
Olha enternecido os seus
Sem eles não é ninguém
Pra o nordestino valente
Chuva é o abençoado maná:
“Outro no Universo não há,
Só Deus tem pena da gente!”