sábado, 1 de dezembro de 2012

Momento lírico 102

DEVANEIO NA CHUVA
(Karl Fern)
 

Chuva que cai
Fria fininha suave
Umedece a calçada
A rua, o jardim...
Acalma a ave!
A agua respinga em mim,
Ressoa no telhado
Deixa tudo molhado
Esconde o céu estrelado
Contínua, fecunda, amiga...
Oh chuva querida
De terna cantiga
Caindo gotinha a gotinha
Persistente, mansinha.
Faz-me sonolento,
Preguiçoso, dengoso, modorrento,
Triste, carente, pensativo,
Dolente, cativo...
Assim como eu,
Você resiste, caminha
Busca companhia,
Mas continua caindo... sozinha.
Nem a ajuda do vento
Lhe trás novo alento,
Olhai meu tormento
Sem rumo no mundo
Silencioso, vagabundo
Somos solitários os dois,
Logo mais acabamos
Não veremos o depois!

A origem do Natal

Segundo registros históricos, o Natal era uma importante e tradicional festa celebrada anualmente na antiga Babilônia, cidade lendariamente fundada por Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. Nimrode foi poderoso rebelde contra Deus (Gn 10:9) e o idealizador da construção da torre de Babel.
A Babilônia era um centro de idolatria e ocultismo. Nimrode era tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era Semiramis. Ele morreu pouco depois e sua mãe-esposa pregou a perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que Nimrode desejaria presentes em uma árvore em cada aniversário de seu nascimento, que era exatamente em 25 de dezembro. Eis, então, o significado original da árvore de Natal. É certamente um costume que antecede a era cristã.
Assim a origem do Natal remonta à antiga Babilônia. No Egito também se acreditava que o filho de Ísis, a equivalente egípcia de Semiramis, nascera em 25 de dezembro. Logo os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam o Natal muitos séculos antes do nascimento de Cristo.
Nos séculos IV e V da nossa era, os pagãos do mundo romano, a partir do seu Imperador Constantino I o Grande (306-337), converteram-se em massa ao cristianismo, mas permaneceram com suas festas tradicionais e costumes pagãos. Como Roma mandava no mundo, criou-se a Igreja Católica Romana, logicamente sobre os moldes dos costumes da sede do Império. Por exemplo, se popularizaram as pinturas da “Madona e Seu Filho", especialmente para a época do Natal. Porém essa tradição vinha desde os tempos de Semiramis e Nimrode. Os cartões de Natal, as decorações, as cenas do presépio, Papai Noel e os presentes para crianças etc, também são costumes que foram incorporados à data que nos dias de hoje tornou-se um enorme e mundial evento comercia!
Segundo as Escrituras, os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo e não há nada sobre o dia 25 de dezembro. A Bíblia não contem instruções para comemorações sobre seu nascimento, mas sim, enfatiza que devemos lembrar sempre os motivos de sua morte.
Na realidade, historicamente foi o papa Júlio I (280-352) quem fixou em 25 de dezembro como data da solenidade do Natal. Nascido em Roma, Júlio foi papa entre 337 e 352, sucedeu Marcos no trono pontifício e governou a Igreja durante uma das fases mais conturbadas da controvérsia ariana. É venerado como santo pela Igreja Cristã Romana.

Fontes
2.        SÓ BIOGRAFIAS - http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/RolImpRo.html