quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Sexo oral é seguro?

Tão importante quanto se sentir bem praticando sexo oral,  é saber fazer com segurança para a saúde. Todas as DSTs podem ser contraídas ao fazer sexo oral, tais como o vírus HIV, a sífilis, o HPV e a gonorreia. As doenças sexualmente transmissíveis também podem ser transmitidas caso existam feridas bucais e na região genital.
A única recomendação para quem pratica o sexo oral, além do uso da camisinha, é uma boa higiene bucal e da região genital. Não se deve eliminar todos os pelos da região genital, pois eles são protetores e previnem infecções. Por isso, depile apenas o que fica aparente com o uso da roupa íntima e apare o restante, se sentir necessidade.
O preservativo deve ser usado durante toda a interação sexual e trocado sempre que os parceiros mudarem do sexo oral para o genital e vice-versa. Se o preservativo for usado corretamente, o risco de transmissão é muito baixo. Não há qualquer problema em engolir o sêmen, desde que o casal não tenha qualquer DST.
Cada região do nosso corpo tem uma flora específica de microrganismos protetores que podem ser agressivos quando em contato com outras partes do corpo, e gerar infecções. No caso das mulheres, como a uretra feminina é curta, qualquer interação na área genital pode favorecer a ascensão de bactérias até a bexiga, causando infecção urinária. Recomenda-se urinar após o ato sexual ou, se possível, tomar um banho.
Fonte principal: YAHOO/MINHA VIDA (http://yahoo.minhavida.com.br/saude/testes/15762-voce-sabe-praticar-sexo-oral-seguro/)

A pílula do dia seguinte

Muito usada entre as mulheres com vida sexual ativa e que ainda não querem engravidar, a pílula do dia seguinte é rodeada de mitos e medos e o disse-me-disse faz circular versões sobre seus efeitos que muitas vezes são falsas.  Para se ter certeza como funciona e possíveis efeitos colaterais e o que é verdade e o que é falso sobre esse medicamento, aqui vão algumas informações sobre o assunto:
1.       A pílula do dia seguinte deve ser utilizada somente em condições especiais, pois tem uma alta dose de hormônio feminino; 
2.       Pode apresentar efeitos colaterais como sangramento excessivo ou irregular, gravidez ectópica e intolerância gástrica, como náuseas e vômitos;
3.       É um anticoncepcional de exceção e como tal deve ser utilizada o mínimo possível, por ter uma eficácia menor e uma alta dose de hormônios;
4.       Deve ser utilizada eventualmente por quem se esqueceu de tomar o anticoncepcional por alguns dias, no caso de rompimento do preservativo durante o ato sexual, após alguma relação sexual sem proteção, etc;
5.       A chances de falhar é 20 vezes maior do que a pílula tradicional e podendo essa falha ser maior quanto mais dilatado for o tempo decorrido da relação;
6.       Até 24 horas após a relação sexual há um índice de falha de até 5%. Entre 25 e 48 horas esta probabilidade aumenta para 15% e de 49 a 72 horas o risco de não evitar a gravidez pode chegar a 42% dos casos;
7.       O medicamento também não protege contra doenças sexualmente transmissíveis e deve ser tomado apenas em emergências;
8.       Uma vantagem é que não é considerada abortiva, pois ela só age antes que o óvulo estacione na parede uterina.
CONCLUSÃO: Deve ser usada numa eventualidade e pode funcionar como uma tentativa de conserto, mas não é uma garantia que nada vá acontecer nos próximos nove meses!

Fonte principal: YABHOO MULHER (http://br.mulher.yahoo.com/)