sábado, 23 de junho de 2012

Opinião: Quem quer mudanças?

Uma pesquisa realizada pela OIT e Unesco avaliou a educação em 40 países. O professor brasileiro tem o terceiro pior salário do mundo. A situação do Brasil só não é pior do que a dos professores do Peru e Indonésia. No Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos 187 países avaliados, o Brasil ocupa a 84º posição, bem atrás de Uruguai, Chile e Argentina. E os governos ainda dizem que a educação é prioridade.
E nas próximas eleições todos os candidatos vão apresentar e prometer como  principal bandeira de lutas SAÚDE e EDUCAÇÃO. E o pior: todos os eleitores vão acreditar! Ou fingirem que acreditam e fingirem que querem mudanças! Tantos os perdedores como os vencedores!
E o que vai acontecer? NADA! Pois serão os mesmos: CANDIDATOS e ELEITORES! E outras eleições virão e outras promessas em vão se repetirão! Nem as formas de negociarem o voto muda! Infelizmente é assim e assim será! Um abnegado idealista aqui outro ali, mas não o suficiente para alguma mudança. Eu vou fazer minha parte, mas não tenho nenhum otimismo. Sinto que serei mais uma vez como o beija-flor da fábula do incêndio!
Se me perguntam É HORA DE MUDAR? Eu respondo JÁ PASSOU DA HORA! Sinceramente: Acho que nesses meus sessenta anos de vida, já conheci tempos mais sérios! Antigamente o trabalhador trabalhava e o rico também! Hoje o rico rouba  e o  trabalhador... Ah! Esse tá doido para pegar uma boquinha também para deixar de trabalhar...
Essa mentalidade só começará a mudar com a aplicação de um eficiente programa de governo de educação massiva de conhecimento e cidadania! E quem vai querer mudar a educação do povo? A pergunta já parece uma  piada!

Perigo: Panelas de alumínio

O alumínio é um metal tóxico que pode trazer sérios danos à saúde humana. Entre vários males ele causa inflamações, seu vapor afeta gravemente os pulmões e acumula-se no cérebro aumentando os efeitos do mal de Alzheimer.
Uma das fontes mais comuns de transferência de alumínio para a água e para os alimentos são as panelas de pressão, caçarolas, caldeirões, papeiros etc, quando de alumínio ou de aço inox. No processo de cozimento do arroz e do feijão, passam quantidades excessivas do metal da panela para a comida.
E se o cozimento é feito com sal a situação piora e praticamente dobra. Aumentando-se o pH, quer dizer diminuindo-se a acidez a concentração do alumínio também aumenta.  Além disso, panelas de alumínio também promovem transferência de níquel, tóxico.
A transferência de alumínio para os alimentos é praticamente a mesma quando as panelas são feitas deste metal ou de aço inox. Porém, o aço inox também passa nutrientes benéficos como cromo e ferro, desde que não sejam exageradas.
O uso de esponja de aço na limpeza aumenta em muito esse perigo e não é eficiente na higienização. Aumenta a transferência de metais da água da panela para os alimentos. Existe um tipo de alumínio, o alumínio polido, que é mais fácil de limpar e poderia ser usado sob cuidados adequados.

Conclusões:
1.       Só adicionar o sal apenas após o cozimento dos alimentos;
2.       Evitar utensílios de alumínio, especialmente as pessoas que sofrem de insuficiência renal crônica;
3.       Evitar esquecer panelas no fogo e preferir os recipientes de teflon ou aço inox;
4.       Cozimentos para pessoas com anemia devem ser feitos em panelas de ferro;  
5.       Comidas típicas devem ser feitas em panelas de barro;
6.       Panelas de teflon parecem ser uma barreira a essa passagem de metais.
7.       Não usar esponja de aço na lavagem de panelas metálicas;
8.       Panelas de alumínio deveriam ser proibidas.

Fonte: USP NOTÍCIAS (http://www.usp.br/agen/repgs/2005/pags/287.htm)