domingo, 17 de junho de 2012

A parábola do semeador

Uma das parábolas mais exemplares da Bíblia Cristã é a chamada Parábola do Semeador, em Mateus 4 e 13. Na minha opinião é a mais exemplar e humana de todas. Em resumo ela diz o seguinte:
Certa vez Jesus estava pregando para a multidão! Eis que um semeador saiu com suas sementes. E enquanto caminhava, uma parte da semente caiu à beira do caminho e vieram as aves e comeram. Outra parte caiu em lugares pedregosos e logo nasceu, mas como não tinha terra profunda e por não ter raiz, logo secou. Outra caiu entre espinhos e antes que crescessem os espinhos a sufocaram. Mas a que foi semeada em boa terra, multiplicou-se e deu muitos lucros.
E assim é a vida! A semente que caiu à beira do caminho é como aquela pessoa que ouve e não entende. Aí vem o mal e arrebata o pouco que lhe foi semeado no coração. O que ouve e recebe com alegria, mas logo esquece é como a semente que foi semeada nos lugares pedregosos. Não cria raízes consistentes e em pouco tempo volta às práticas erradas. A que nasceu entre espinhos é como o que ouve o ensinamento, entende e percebe sua importância, mas logo sucumbe às tentações deste mundo e a sedução das riquezas, é sufocado e não reproduz o bem. Mas a que for semeada em boa terra, este é o que ouve, entende e põe em prática os ensinamentos e assim dá frutos, multiplicando seus exemplos e ensinamentos.

Justiça injusta

     O Brasil hoje é um país sem lei, pois não entendo a lei como algo que existe para prejudicar quem está  certo legalmente.  Tomemos como exemplo a liminar que impede que o campeonato de 3ª e  4ª divisões do campeonato brasileiro seja iniciado.
     É um exemplo típico que a lei prejudica quem está correto. Pelo que está acontecendo ou o Treze de Campina Grande ou a CBF estão errados e a isso caberia a justiça decidir quem seria culpado e arcar com as consequências. No entanto quem tá pagando prejuízo são todos os outros clubes que foram obrigados a pararem suas atividades fins que lhes dão os faturamentos de suas sobrevivências.
     Isso quer dizer que claramente por uma decisão judicial todos os outros clubes que estão certos e cumpriram suas obrigações e tiveram seus méritos estão pagando (e caro!) por uma decisão judicial e, consequentemente, condenados por uma problema que não é deles.
     Ora o problema é entre Treze e CBF, logo a justiça teria de julgar e condenar um ou outro se fosse o caso. Mas não! Treze e CBF continuam sem sorfrer uma Padre Nosso de punição, enquanto  os outros clubes que estão corretos e fizeram seus investimentos em uma perspectiva de sobrevivência estão pagando o pato e correndo o risco de falência.
     Que justiça é essa que pune o correto em nome da lei para favorecer o que está errado. Entendo que isso não JUSTIÇA. Na realidade é a forma legal da INJUSTIÇA!