sábado, 9 de junho de 2012

Momento lírico 28


INSÔNIA

(Karl Fern)

Insônia maldita e voraz
Que meu sono desfez
Tenha dó, veja se traz
O meu sono outra vez 

Noite que não termina
Relógio que não caminha
Me consume, desanima
Minha paciência definha. 

Fecho os olhos irritado
Pensamentos me impedem
Tiram-me o sossego sonhado
Me maltratam e me ferem

Fui buscar companhia
Algum internauta solidário
Cantando a mesma ladainha
Vítima de tal “adversário”.

De repente te encontrei
Sofrendo do mesmo mal
O que antes eu busquei
Agora se torna real!

 E pela madruga adentro
Diverti-me sem cerimônia
E o que era um sofrimento
Agora digo: “Bendita insônia!”