sexta-feira, 20 de abril de 2012

A dengue tipo 4.

     Depois de 28 anos o vírus da dengue tipo 4 voltou a circular no Brasil, sendo as primeiras notificações em 2010 quando surgiram 10 casos em Roraima. Em 2011, esse tipo se alastrou pelo país e atingiu três regiões: Norte, Sudeste e Nordeste. Em 2012 têm surgido vários casos no norte do Estado de São Paulo.
    O vírus do tipo 4 pode ocorrer em qualquer município e o mais importante é identificá-lo. Não existe o tipo mais perigoso: todos provocam a dengue. A diferença é que alguns vírus, em uma determinada situação, se desenvolvem de uma forma mais violenta. A evolução depende da resistência da população, faixa etária, entre outros aspectos.
    A dengue tipo 4 apresenta os mesmos sintomas que os outros sorotipos e tem o tratamento idêntico ao dos outros tipos virais 1, 2 e 3. O problema é que sendo uma forma de vírus diferente, a maioria da população não possui imunidade contra ele, especialmente crianças, adolescentes e adultos jovens, o que aumenta o risco de propagação da doença.
    E se sabe que ao contrair dengue após ter sido vítima de outra dengue anteriormente aumenta a vulnerabilidade de ter a doença em formas mais graves ou até a hemorrágica. Assim, a falta de imunidade torna-se uma das diferenças importantes, o que deixa, por exemplo, a dengue tipo 4 mais perigosa.
    CONCLUSÃO: Se uma pessoa tiver dengue tipo 1, provavelmente só terá dengue novamente se do tipo 2, 3 ou 4. Por isso é importante demais que o tipo de vírus seja identificado para que as pessoas da comunidade saibam dos verdadeiros riscos que estão correndo de contrair nova enfermidade!
Figura copiada da http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Aedes_aegypti_CDC-Gathany.jpg

Corrupção: um mal generalizado!

Acho que essa carga de acusações sobre os políticos está se tornando uma desculpa do eleitor para esconder sua própria irresponsabilidade (pra não dizer sem-vergonhice!). Não existe comprador se não existir o vendedor. E, assim, não existe o corrupto sem o corruptível: Ambos são CORRUPTOS e, portanto, nocivos a sociedade como um todo. Experimente ser candidato a  qualquer cargo público (principalmente nos poderes executivo e legislativo) sem querer gastar dinheiro. A primeira coisa que você vai ouvir é: "Aquilo é um liso!" E esse será o primeiro e principal argumento para não votar em você!
Está na hora de nossos organismos de imprensa, entidades civis e outras instituições formadoras de opinião, também começarem a "carregar" em cima dos eleitores que vendem seu voto! Que tal em vez de publicar "Político Fulano roubou..." publicar "Tantos mil (ou milhões de) eleitores (o correspondentes a votação do safado!) são responsáveis por Fulano ter roubado...". Vamos fazer alguma coisa para o eleitor “se mancar” e deixar de ser sem-vergonha! Por hora noticiar as desonestidades de alguns políticos não tem servido para absolutamente nada, a não ser vender reportagens e dar audiência.
Essa é minha opinião!

Esquistossomose Mansônica

Ciclo da Esquistossomose Mansônica

A esquistossomose mansônica, conhecida popularmente por "barriga d'água, é uma doença parasitária causada pelo verme "Schistosoma mansoni", que instalado no organismo humano pode causar uma doença extremamente grave e levar pessoas portadoras à morte. Devido a sua grande presença endêmica no Brasil e os fortes danos à vida dos pacientes, a esquistossomose é um grande problema de saúde pública nacional.

Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), 200 milhões de pessoas em 76 países sofrem de esquistossomose. No Brasil, o leste da Região Nordeste e o nordeste e leste do Estado de Minas Gerais convivem com a esquistossomose em situação endêmica. Os programas de controle do Ministério da Saúde conseguiram, até agora, diminuir a mortalidade e as formas mais graves da doença. As chamadas áreas esquistossomóticas, compreendem parcialmente 18 estados e onde vivem cerca de 90 milhões de habitantes.